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terça-feira, 19 de março de 2019
O Dia Em Que Eu Gostei De Lady Gaga
Shallon é uma música linda, letra e melodia, e é de Lady Gaga e Mark Ronson.
Faz um bom tempo que presto atenção em Lady Gaga, mas nem sempre foi assim.
O ápice de minha eventual "revolta" com ela foi quando apareceu vestida de carne.
Achei simplesmente ridículo, gente que só quer aparecer. Essa era minha opinião. Somente minha.
Nem prestava atenção em suas músicas, nem nada, o que valia era como ela aparecia na mídia. E eu não gostava e criticava. Pra quê? Porque eu era assim, talvez preconceituosa por nada, crítica sem noção, infeliz e completamente fora do quesito "o outro faz e é do jeito que quer e é".
Faz muitos anos que eu tive essa postura, realmente eu era infeliz, amargurada, depressiva, rancorosa, e Lady Gaga não tinha nada a ver com isso.
Como tudo no mundo muda, eu mudei também e comecei a ver o mundo de uma forma maravilhosa!
Meu Deus, como a Terra é linda e o ser humano fantástico!
Como eu pude ser tão medíocre com quem nem sabe de minha existência? O que importava minha opinião?
Bem, passou...
Não assisti ao filme Nasce Uma Estrela, mas a música é linda e ela interpretou-a lindamente no palco do Oscar, juntamente com Bradley Cooper.
Esses dias vi um vídeo em que ela interpreta Elton John. Amei!
E também tive a oportunidade em ler sobre sua biografia. É uma vencedora e merece todo o brilho que possui.
Ela e todos que vivem seus dons, suas vidas, e estão no mesmo barco nesse planeta maravilhoso.
O tempo que temos por aqui é curto e cada um faz sua parte, o que bem entende.
Não existe certo ou errado, existe a maneira como enxergamos algo. O que é bom pra mim não precisa ser pra você.
O que determina nosso mundo é o conjunto de vivências que temos e como lidamos com os acontecimentos, sentimentos e escolhas que fazemos.
A gente enxerga o mundo de acordo com o que está em nosso coração.
E assim o mundo continua com seus humanos a bordo, fazendo o que têm vontade, independente de mim ou de você.
É isso.
Clara Lúcia
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Escrevo sobre a vida e os momentos específicos emocionais.
Assuntos relacionados sobre a mente humana e como conviver com o outro sem a necessidade de mudá-lo.
O conhecimento é primeiro processo de cura.
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quarta-feira, 31 de outubro de 2018
Inteligente
"Nossa, como você é inteligente!"
Típica frase para diferenciar uns dos outros, ou melhor dizendo, para classificar os seres como inteligentes ou não inteligentes.
Afinal, o que é ser inteligente?
Conhece algum? Já prestou atenção em seus gestos, questionamentos, argumentos? Conseguiu decifrar uma pessoa pensante?
Todo inteligente é curioso, logo, todos podem ter a inteligência denominada por muitos.
O tamanho do cérebro é o mesmo, os neurônios idem, portanto, ao longo da vida alguns se destacam pela capacidade de raciocínio, pela ousadia, pela coragem e perspicácia em atingir algum objetivo.
Dependendo de como lhe é passado o mundo, a mente reage a tal situação. Se desde o nascimento é incentivado a questionar, argumentar, estudar, pesquisar, criar etc, a mente, logicamente, ganha uma expansão, tornando o ser com uma capacidade evidente, a tal da inteligência.
Há também os que parecem nascer com todos esses adjetivos, não precisando de ninguém ou de nenhum outro incentivo para desenvolver a mente mais rapidamente.
A alma é eterna, e, para quem crê nesse assunto, há reencarnações. Se a alma é eterna e se reencarnamos, acumulamos conhecimentos passados. E a cada vinda à Terra, a mente continua progressivamente em expansão.
Nada mais poderoso no Universo do que o conhecimento.
Repito que todos podem ter a inteligência, basta somente criar hábitos para expandir a mente.
Nem todos inteligentes são ricos, pois uma coisa não tem nada a ver com outra. Talvez o grau de conhecimento faz com que os que têm uma capacidade maior, não veja a riqueza física como essencial para a vida.
Nada mais poderoso no Universo do que o conhecimento - 2.
Mas para sustentar uma mente pensante e criativa, há um preço não muito confortável.
Percebam que há o costume de seguir uma rotina, principalmente quando alguém, claro que inteligente, dita alguma regra e todos concordam e espalham. Até chegar alguém para contestar aquela verdade que foi obedecida há anos. E geralmente não existe a resposta, provocando no questionador uma pesquisa e um estudo aprofundado. Até chegar a uma segunda conclusão que a partir daquele momento existe uma outra regra sobre o mesmo assunto.
Geralmente quem não se contenta com apenas uma regra, quem questiona e conclui que talvez não seja bem assim, é classificado como chato. E talvez seja mesmo, mas é necessário haver divergências para que hajam mais pesquisas, mais conclusões e mais resultados a serem analisados.
É tão mais fácil deixar tudo como está, em perfeita zona de conforto, não é mesmo?
O inteligente sempre chama a atenção e provoca um certo mal-estar naqueles que não se preocupam com assuntos alheios aos seus costumes de vida. E, claro, esse mal-estar é provocado também em quem tem um conhecimento maior, que tem vontade de esclarecer aos demais, mas prefere o silêncio a demonstrar sua capacidade.
Cada um fica no seu mundo.
E aparece aquele ditado "Devemos ensinar a quem quer aprender".
É sabido que usamos somente 5% da capacidade de nosso cérebro. Vocês não acham muito pouco? E os outros 95%, a mente inconsciente, como podemos usá-las?
Ah, hoje em dia há inúmeros registros e fórmulas para expandir a capacidade cerebral.
Como diz um outro ditado "O que você procura também está te procurando".
Num mundo mecânico, capitalista e com facilidades infinitas, quem arrisca a se tornar um chato ou um ser exemplar a compartilhar informações a quem queira?
Quem? É só procurar!
Nada mais poderoso no Universo do que o conhecimento - 3.
Qual a diferença de quem tem um vasto conhecimento?
Consegue ver os vários lados de uma questão; é observador; dificilmente acompanha a grande massa sem antes pesquisar e chegar as suas próprias conclusões; não se conforma com alguma afirmação imposta e que não seja convincente; é questionador; resolve problemas apenas ignorando-os; não reclama futilidades; lê muito sobre tudo (o ato de ler expande a mente); enfim, apesar de morar no mesmo planeta, enxerga o mundo de uma forma diferente. Alguns se sentem na obrigação de ajudar o próximo; são autodidatas e colocam o foco onde realmente vale a pena.
Lembrando que ter conhecimento é diferente de ter informação. E esperteza é bem diferente disso tudo.
Quem quer ser inteligente? Para quê?
Já pensou em ser autodidata e ampliar seus conhecimentos dependendo somente de sua vontade e capacidade em pesquisar e tirar suas próprias conclusões?
Cientistas, criadores, inventores etc, são autodidatas...
Nada mais poderoso no Universo do que o conhecimento - 4.
Por falar em ler, na vasta internet existem vários meios de adquirir conhecimento. Uns de graça, outros com preços ótimos e existem também os cupons de desconto. Tem o CUPOM VÁLIDO, que já foi destaque na revista Exame, e que tem várias editoras parceiras: Saraiva, Americanas, amazon etc. Entrem no site para conhecerem os parceiros e fazerem uso dos descontos!
Coisa boa a gente compartilha!
Então, vamos expandir a mente lendo livros!
Clara Lúcia
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terça-feira, 2 de janeiro de 2018
Picuinhas De Casal
Alguns e-mails que recebo sobre relacionamentos abusivos, nem sempre são abusivos. Às vezes as pessoas são complicadas, difíceis e não conseguem enxergar o outro como uma outra pessoa, um outro universo, um outro ser independente e pensante.
A maior dificuldade é essa mesma, de se colocar no lugar do outro, entender o que se passa com o outro, saber o que pensa, o que gosta, como age, como quer viver, como quer compartilhar. Em vez disso instala-se uma enxurrada de acusações e cobranças, muitas vezes infundadas.
O que eu percebo é a falta de comunicação, como sempre.
A mulher gosta de falar, gesticular, discutir (nem todas), e o homem foge de discutir alguma coisa (nem todos). Ou seja, há quem goste de discutir e há quem não goste de discutir nada, independente quem seja.
Conviver com outro ser humano é muito complicado.
Aí pode aparecer alguém e dizer: "Ah, mas você nem é casada, como pode dar palpite e saber se é assim ou assado?".
Eu fui casada, sei como é difícil, e a questão nem é sobre casamento, mas sobre o ser humano e sua individualidade.
Quantas vezes você chegou pra a pessoa que vive com você e perguntou se ela estava bem, se queria que fizesse de uma outra maneira, se estava confortável assim, se gostaria de alguma ajuda, enfim?
E quantas vezes você reclamou pra a pessoa, essa mesma que vive com você, que não aguenta mais, que só você faz as coisas, que não há colaboração de nada, ou então que só sabe reclamar e não tem a dignidade em ajudar ou tomar a iniciativa de nada?
Fatos corriqueiros em todo casamento.
O que falta é o diálogo E a aceitação do outro como sendo diferente de você.
Há os costumes que carregamos de casa, do seio da família, de pai, mãe, avós, irmãos e afins. E esses costumes estão entranhados em nós e definimos eles como se fossem a verdade absoluta a ser seguida. Essa atitude é inconsciente. E não é errado seguir regras e costumes que aprendemos dos pais. Errado é pensar e querer que nossos costumes se prevaleçam sobre os costumes da pessoa que vive com a gente.
Talvez o motivo de hoje em dia haver tanta separação, sem ao menos tentar superar os problemas é esse, não ter a tolerância em seguir os costumes impostos pelo(a) parceiro. Hoje a maioria é independente financeiramente, o que faz pensar que não é necessário passar por situações de incômodo com a outra pessoa, se se pode viver sozinho ou então ir procurando, procurando, até encontrar alguém que se encaixe em nossa vida como queremos que ela seja.
Isso também não é errado, isso é liberdade, é livre arbítrio.
O erro é não tentar entrar em um acordo, aceitar o outro como ele é, sem querer moldá-lo ao seu jeito, e também se encaixar na vida do outro, aprendendo a viver de uma maneira diferente da sua, mas que seja tão boa quanto.
Quando há o conflito, o que se imaginou na preparação para o casamento, acaba pouco tempo depois. Por falta de diálogo, a vida se torna um inferno! E conversas não existirão, nem acordos, nem respeito, nem vida individual.
Vocês acreditam mesmo que quando há o casamento os dois se tornam uma só pessoa? E a individualidade fica aonde? Talvez fique com um soberano reinando e o outro apenas se calando e aceitando tudo que lhe é imposto. Aí sim, apenas um vive, o outro se conforma com o que tem e passa a viver uma vida que não é sua.
Um exemplo bem clássico, mas que existe: a mulher, em vez de falar claramente o que lhe incomoda, prefere comentar sobre a relação com as amigas, a mãe, a tia... E como mulher é um ser pensante e que tem várias terminações nervosas no cérebro, embaralha tudo e chega a sua própria conclusão de que está certa e que o homem que ela escolheu não deveria agir de tal maneira. Isso sem que ele saiba o que se passa na cabeça linda dela. E ela começa a investigar, fuxicar, cheirar, perseguir, e transformar a vida dele, e dela também, claro, num inferno.
Com isso, o que o homem faz? Vai se afastando, aquele carinho que sentia quando namoravam vai se acabando, não há o entusiasmo de antes, não entende porque ela mudou tanto da noite pro dia, não quer conversar sobre o assunto pra não piorar... E os dias vão passando.
E a mulher, pressentindo o homem distante, sem aquele interesse que antes sentia por ela, fica mais encabulada e o acusa de ter mudado tanto do dia pra noite.
E a vida continua aquele inferno, cada um pro seu lado, sem conversa, sem carinho, sem sexo, apenas fazendo as vezes do casamento perfeito e esperando só uma oportunidade pra jogar tudo pro alto e se separarem.
Outra situação: o homem percebe que a mulher está se dando bem, está evoluindo no trabalho, anda bem arrumada, tem amigos, tem vida própria, e começa a perseguição, o ciúme infundado. Confisca celular, quer senha disso, daquilo, proíbe de usar certas roupas, afinal agora ela é casada e tem que se dar o respeito, não quer saber de amigas por perto, enfim...
Então nessa situação, a mulher, em vez de conversar, prefere contar com a ajuda da amiga, aquela que tudo entende e que sabe como ninguém dar conselhos. Ela volta diferente pra casa, cada vez mais. O homem continua com cenas de ciúme, não elogia mais, não colabora com a casa nem com nada, vive de mau humor... Então ele prefere sair e beber com os amigos, desabafar, esquecer um pouco, ou seja, ele se proporciona sair e espairecer com os amigos, mas a mulher dele, por ser casada, tem que se dar o respeito e ficar confiscada em casa.
E a vida vai se tornando um inferno.
Não há o diálogo, não há a paciência e a admiração acaba. O homem não consegue entender nada, e a mulher, que pensa muito, não consegue perceber que o homem é diferente dela. Não existe ela querer impor sua rotina, seu raciocínio. O homem não percebe que a mulher tem hormônios com vida própria e isso é involuntário a sua vontade.
Um gesto busca uma consequência, e outra, e outra. Tudo por falta de diálogo e entendimento.
Falta de conhecer e respeitar a individualidade do outro.
Falta de aceitar que cada um é cada um e que a casa, agora deles, é deles, e não de um só que vai impor regras.
Talvez a vida íntima do outro seja até mais interessante que a sua. Talvez o que você poderia aprender com o outro, seja de grande valia pra sua vida. Talvez o modo complicado ou então a facilidade com que o outro encara as dificuldades seja a resposta pra superar qualquer pendenga do casal. Gentilezas não significam submissão. Gentilezas são gentilezas mesmo. E feitas com vontade, certamente serão retribuídas.
Aceitação.
Respeito.
Admiração.
Companheirismo.
Amor.
Um não vive sem o outro.
Simples.
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domingo, 7 de junho de 2015
Muito Prazer, Eu!
A moda hoje em dia é listar algo, como: os dez melhores não sei o quê não sei de onde... E já vi muitos listarem características pessoais, pra que possa ser conhecido por todos.
A internet é uma ferramenta maravilhosa quando sabemos usá-la, mas quem não quer se expor deve evitar dados pessoais etc. Mas não tem jeito, se conhecemos alguém logo vamos vasculhar tudo na internet pra saber algo. Isso é bom também e evita muitos constrangimentos.
Agora, muitos se apoderam de tais informações e tentam uma aproximação por afinidades descobertas, o que é péssimo. Já começa na mentira. E depois pra sustentar a mentira é que é complicado. Não dá certo mesmo.
Já fizeram isso comigo e foi até engraçado, mas depois ligando os pontinhos percebi que a pessoa lia tudo o que eu escrevia, textos antigos e pessoais, e do nada dizia que gostava. E na maior inocência a gente acaba gostando. Besteira! A gente se encanta é com a maneira da pessoa, as palavras, o carinho, a atenção... E não com as afinidades que poderíamos ter. Enfim, vou contar.
A pessoa dizia que gostava muito de chocolate, especificamente daquele Prestígio, que eu em algum momento ou em algum lugar mencionei Prestígio. Comprei uns quatro pra essa pessoa. Agradeceu, claro, mas depois de um mês, a pessoa me disse que tinha terminado de comer o último pedaço do Prestígio. Oi? Imagina se não gostasse, não é? Mofaria na gaveta! Quem é que gosta muito de chocolate que aguentaria ter um Prestígio na gaveta por mais de dois dias?
Vou listar algumas características minhas, mas nada que vá me impressionar caso alguém venha me dizer que também é assim ou assado.
- Sou medrosa. Muito medrosa pra coisas bobas, como escuro. Tenho pavor de escuro e de silêncio.
- Tenho medo altura, de multidão, de gente me encostando, de lugar fechado, de falar em público (cinco pessoas já é público), de andar sozinha à noite, de me perder por aí.... De filme de terror...
- Não gosto de fotos minhas, nunca gostei e não gostarei. Fim.
- Amo músicas!
- Sou inquieta em meus pensamentos. Minha coordenação nunca acompanha meus pensamentos.
- Eu divago muito. Posso bater um papo com você, mas posso estar pensando na morte da bezerra ao mesmo tempo. Depois fico perguntando ou pedindo pra repetir o assunto.
- O mesmo pra leitura. Consigo ler somente duas páginas me concentrando, depois posso ler o livro todo e não saber nem o assunto que estou lendo. Isso é péssimo!
- Não tenho coordenação pra dançar, nem pra andar em linha reta e muito menos pra andar na esteira sem me segurar.
- Mato baratas.
- Ando muito rápido na rua e não tenho paciência de gente que anda devagar na minha frente. A pé!
- Calculo meu tempo cronometricamente. Um minuto pra mim é uma eternidade e dá pra fazer muita coisa.
- Gosto de comer doces de manhã, ou antes das refeições.
- Não gosto de cozinhar, não tenho paciência em seguir receita e sempre invento uma pitadinha de algo que não tem nada a ver e sempre, sempre, sempre, não dá certo.
- Não sou enjoada pra comer e gosto de comer besteiras, porém, evito ao máximo.
- Sou organizada e sei de tudo que está em minha casa, cada coisa no seu lugar. Nunca mudo nada de lugar.
- Ou seja, sou metódica.
- Sou tímida.
- Sou teimosa.
- Sou curiosa.
- Sou caseira.
- Não coloque coisas pra que eu escolha. Não dá certo.
- Gosto de comprar em lojas de departamentos onde tenho liberdade de escolher, sem que fique vendedor do meu lado.
- Não gosto e não tenho paciência de falar ao telefone.
- Sou ótima datilógrafa, por isso prefiro teclar no teclado grande do computador do que falar.
- Não gosto muito de falar.
- Tenho a mania de elaborar diálogos em minha mente e na primeira frase a pessoa já estraga tudo.
- Gosto de conversar (olha a contradição) sobre todos os assuntos e ouço muito mais do que falo.
- Choro à toa.
- Sofro com o sofrimento dos outros, pessoas ou animais.
- Não gosto de me socializar pessoalmente. Não sei começar uma conversa se não conheço a pessoa, não sei continuar uma conversa, a não ser que já tenha conversado algumas vezes com a pessoa.
- Sou chata, minha filha é quem diz. Alguns me acham metida, outros brava, outros palhaça, outros inteligente, outros avoada... Mas...
- Sou um doce de pessoa, quando quero.
- Não minta pra mim que eu descubro só de olhar nos seus olhos.
Acho que já está bom, não é?
Prazer, meu nome é Clarice, mas pode me chamar de Clara Lúcia.
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segunda-feira, 19 de maio de 2014
Provação
Sábado à tarde, já sabiam que não tinha compromisso então não teve como negar o convite. Pietra tomou um banho rápido, vestiu a primeira roupa que encontrou e se foi. Estava ansiosa, afinal muitos anos se passaram até esse reencontro. Estava com medo também, não de encarar certas amigas, mas de seu temperamento nada agradável quando algo lhe deixava constrangida. Medo de sua reação, pois sabia que o assunto voltaria à discussão, com certeza. Mas, arrebitou o nariz e se foi. Um passado que voltara sem permissão para ser presente, sem se anunciar, topetudo e imponente.
A recepção foi boa, havia mais gente do que imaginaria e isso tranquilizou-a. A pessoa ao qual temia apareceu bem depois, quase no final da reunião de amigas. Estava do mesmo jeito, só um pouco mais metida do que de costume. E sentou-se bem à sua frente. Se olharam e sorriram. Elogiaram uma a outra, falaram de trabalho, de filhos, e Andreza, a amiga desmascarada sem saber que fora, começou o rotineiro assunto fútil de falar de outras pessoas. A cada assunto pautado ela nomeava uma cidadã para criticar ou comentar de alguma forma. Pietra se calava nessa hora. Não tinha o que falar, pois estava distante dos assuntos atuais da turma. Algumas lembranças de críticas com algumas delas lhe veio à mente mostrando-lhe o tanto que era arrogante na época. Apesar das lembranças nem tão boas ria muito com as besteiras ditas por outras. Estava sendo uma agradável tarde.
Relacionamentos. Era esse o tema da qual todas gostavam. Cada uma falou um pouco, contou sobre a vida de solteira, de casada, de separada e Andreza reclamou, reclamou, reclamou... Como se a vida fosse ingrata por ela estar casada há tanto tempo com um único homem. Demonstrou claramente a insatisfação e o tédio de uma união onde o amor era peça guardada na estante, empoeirada e esquecida.
Pietra sabia que ela tinha uma vida confortável, quase de luxo, e não entendia o porquê da reclamação. Tão simples se separar e recomeçar! Mas entendeu que a vida que Andreza levava nada mais era do que fora plantado e a hora era da colheita. Assim como a sua e a de todas. Pietra observava cada detalhe, cada gesto, cada palavra da amiga e tirava suas conclusões. É claro que ela não sabia que já fora desmascarada há tempos, mesmo não tendo ido a público e espalhado como papeis picados e lançados ao vento. Que importância teria revelar algo tão comum hoje em dia?
O assunto que Pietra temia fora posto para discussão. Seu relacionamento conjugal. Estava separada há um bom tempo e sempre lhe perguntavam sobre uma possível volta. Já havia se acostumado e a resposta sempre era a mesma: nunca! Curta e grossa para ninguém perguntar mais nada e mudar de assunto. Mas Andreza gostava de cutucar, de debochar, sonsa como sempre não perderia a oportunidade de constranger Pietra. Perguntou-lhe se não voltaria mais, nunca mais, depois perguntou-lhe o motivo de tanta raiva, já que perdoar é um dom divino. Pietra sorriu, calmamente olhou para a miga e disse que já havia perdoado o ex e todas as amigas que tiveram um caso com ele, mesmo ele estando casado com ela. E continuou encarando a amiga. Viu-a mudar de cor, de disfarçar com outro assunto, rir nervosamente sem controle e ainda chamá-la de exagerada. Como assim, ele fez isso? Perguntou debochando. Sim, fez! Respondeu calmamente ainda encarando Andreza. Pietra se sentiu cínica, sonsa como a amiga traidora. Mas gostou da situação.
Logo mudaram de assunto e Pietra se sentiu satisfeita com sua reação. Sim, já havia perdoado. Mas perdoar e se afastar é muito fácil. Difícil seria perdoar e continuar convivendo. Essa seria a provação que teria que passar.
Pensou em Deus e em seus caminhos que fazem as pessoas percorrer. Riu sozinha da cilada em que se metera, mas entendeu que foi necessário encarar as pessoas e se provar que realmente havia perdoado. Nenhuma raiva, nenhum constrangimento, nenhum sentimento de vingança ou ódio. O perdão se fez.
E continuou pensando que as pessoas têm seu caráter. Ou é bom ou é ruim. Não existe meio termo. E concluiu que não há necessidade de vingança em nenhum momento da vida. As pessoas são como são e cavam sua própria cova, sua própria infelicidade. Bastou olhar para Andreza para ter esta certeza. Uma rica menina pobre. Pobre de cultura, de assunto, de caráter, de gratidão... Teve tudo o que sempre quis menos o principal que era a harmonia, a felicidade, o amor... Viveria até o fim da vida reclamando, ainda querendo o que pertencia ao outro, ainda almejando o que nunca fora capaz de conquistar: o amor.
Não seriam amigas, pelo menos da parte de Pietra. Poderiam se encontrar de vez em quando, mas a empatia se rompera, os valores eram diferentes e nada mais tinham que conversar. Pietra estava feliz em ter sua vida como queria, apesar dos pesares, mas a sensação de liberdade de fazer escolhas, de aceitar ou negar uma situação deixava-a confortável perante a vida. Se respeitava, além de tudo. Sabia que ao virar as costas Andreza falaria sobre ela, criticando-a ou colocando algum defeito. Não se importava com isso, pois sabia que só havia futilidades e asneiras para oferecer aos outros. Se sentia livre para não aceitar nenhum comentário sem valor nenhum e que não lhe causaria nenhuma mudança. Apenas alguém falando futilidades e mais nada. Sentiu pena.
A vida dando voltas e esfregando na cara de que nada é em vão. E o melhor ainda é cultivar o que lhe agrada, ir atrás do que acredita, ouvir sua intuição e seu coração. E crer em Deus, na Sua benevolência e cuidados com quem Lhe entrega e aceita a vida.
Uma provação para poucos, uma percepção somente para quem tem sensibilidade suficiente de que não temos nada nessa vida, além dos sentimentos que adquirimos e cultivamos. O amor, esse sim sempre vale a pena.
Fim.
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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Sozinha na Multidão
Chego à conclusão de é comum, como na imagem, se sentir sozinha na multidão. Não é ruim, cada um tem sua vida, suas coisas para fazer, sua família para cuidar e ainda ficar se preocupando com quem aparentemente está bem, é impossível.
Como já disse no post sobre como superei a depressão, tudo começou a melhorar, dia a dia, uma coisa de cada vez, com paciência.
Mudei de emprego e o que eu tenho escutado das pessoas é que já era tempo de fazer isso, de sair mais de casa, ver gente, conhecer, respirar novos ares... Enfim...
Concordo com todas elas porque isso é bom. Aí fico me perguntando e para algumas até fiz a mesma pergunta: sabem o que eu passei nesse tempo todo? Onde estavam que não vieram me falar isso há anos quando eu mais precisava de um apoio? Sabem das dificuldades que tive até então? Sabem o motivo pelo qual não saía de casa, não arrumava outro emprego?
Não, não sabem porque eu nunca contei. Acho que desde sempre aprendi a me virar sozinha e agora ter que compartilhar algo com os outros é difícil. Tenho a sensação de que contando ou lamentando estou reclamando além da conta. Não gosto de ficar lamentando ou reclamando. Há um gasto de energia desnecessário, tempo desperdiçado, amolação aos ouvidos dos outros...
Antes, bem antes, eu até ficaria magoada ou triste com essas pessoas, mas aprendi a conviver com tudo e com todos. Eu também sou assim. Quem sabe alguém próximo passa por situação e eu nem me dei conta? Não temos bola de cristal e nem o dom de ler a mente das pessoas, então ficamos achando que tudo está bem e que a vida do outro é sempre melhor que a nossa. É a vida... São as pessoas, cada um com seu cada qual.
Sábado, no Altas Horas, vendo Pe.Fábio de Melo, mais uma vez ele repetiu uma frase que me marcou muito e que concordo plenamente: "Eu me conheço e os outros me imaginam".
É bem por aí mesmo. Só nós para nos conhecermos. Mesmo nos expondo de alguma forma ninguém saberá o que se passa em nossa vida ou em nossa mente.
Que julguem, que falem, que comentem, que inventem... Que me importa?
E para concluir, um pedaço do texto de Madre Teresa de Calcutá:
"No final verá que é entre você e Deus. Nunca será entre você e os outros."
Uma ótima semana a todos!
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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Telemarketing
Atendente da Oi...
- Alô.
- Alô, poderia falar com o responsável pela linha?
- Pois não, pode ser comigo mesmo.
- Quem fala, por favor?
- Edson.
- Sr. Edson, aqui é da OI, estamos ligando para oferecer a promoção OI linha adicional, onde o Sr. tem direito...
- Desculpe interromper, mas quem está falando?
- Aqui é Rosicleide Judite, da OI, e estamos ligando...
- Rosicleide, me desculpe, mas para nossa segurança, gostaria de conferir alguns dados antes de continuar a conversa, pode ser?
- Bem, pode..
- De que telefone você fala? Meu bina não identificou.
- 10331.
- Você trabalha em que área, na OI?
- Telemarketing Pro Ativo.
- Você tem número de matrícula na OI?
- Senhor, desculpe, mas não creio que essa informação seja necessária.
- Então terei que desligar, pois não posso ter segurança que falo com uma funcionária da OI. São normas de nossa casa.
- Mas posso garantir....
- Além do mais, sempre sou obrigado a fornecer meus dados a uma legião de atendentes sempre que tento falar com a OI.
- Ok.... Minha matrícula é 34591212.
- Só um momento enquanto verifico.
(Dois minutos depois)
- Só mais um momento.
(Cinco minutos depois)
- Senhor?
- Só mais um momento, por favor, nossos sistemas estão lentos hoje.
- Mas senhor...
- Pronto, Rosicleide, obrigado por ter aguardado. Qual o assunto?
- Aqui é da OI, estamos ligando para oferecer a promoção, onde o Sr. tem direito a uma linha adicional. O senhor está interessado, Sr. Edson?
- Rosicleide, vou ter que transferir você para a minha esposa, porque é ela que decide sobre alteração e aquisição de planos de telefones.
- Por favor, não desligue, pois essa ligação é muito importante para mim.
(Coloco o telefone em frente ao aparelho de som, deixo a música Festa no Apê do Latino tocando no Repeat (quem disse que um dia essa droga não iria servir para alguma coisa?), depois de tocar a porcaria toda da música, minha mulher atende:
- Obrigado por ter aguardado.... pode me dizer seu telefone pois meu bina não identificou..
- 10331.
- Com quem estou falando, por favor.
- Rosicleide
- Rosicleide de que?
- Rosicleide Judite (já demonstrando certa irritação na voz).
- Qual sua identificação na empresa?
- 34591212 (mais irritada agora!).
- Obrigada pelas suas informações, em que posso ajudá-la?
- Aqui é da OI, estamos ligando para oferecer a promoção, onde a Sra tem direito a uma linha adicional. A senhora está interessada?
- Vou abrir um chamado e em alguns dias entraremos em contato para dar um parecer, pode anotar o protocolo por favor.....alô, alô!
TUTUTUTUTU...
- Desligou.... nossa que moça impaciente!
SE ESSA MODA PEGAR ... AGORA É A NOSSA VEZ GENTE!!!
%%%%%%%%%%%%%%%%%
Infelizmente não sei a autoria dessa pérola!
É um caso para se pensar quando funcionários (sei que é o trabalho deles) de telemarketing ficarem enchendo a gente, tentando nos vender algo que não queremos de jeito nenhum.
Para se divertirem mais um pouco, um vídeo de Bemvindo, que é muito bom! Divirtam-se
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Assuntos relacionados sobre a mente humana e como conviver com o outro sem a necessidade de mudá-lo.
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segunda-feira, 12 de novembro de 2012
A Última Infelicidade
Que triste chegar nos últimos tempos da vida, quando se tem mais a certeza de que a morte pode aparecer a qualquer hora, a pessoa vive infeliz, rancorosa, chata, rabugenta. Dá até para pensar que a vida inteira foi péssima e que agora não resta mais nada a fazer do que respirar e reclamar.
Uma vizinha minha é assim. Aparentemente é uma pessoa calma, que tem uns oitenta anos mais ou menos, mas quando eu parei para conversar com ela fiquei chateada. Eu até estranhei porque ela foi até minha casa oferecer umas bananas que uma das filhas trouxe de um sítio deles. Achei muito amável da parte dela, então comecei a conversar, agradecer e a primeira coisa que ela falou, num tom de descontentamento, é que não gostava de jeito nenhum desse bairro e que por isso ela não gostava nem de atender a porta quando alguém tocava lá. Depois foi falando das filhas, do marido, do cachorro... Aí fui entendendo quando meus filhos ainda eram pequenos e brincavam no meu quintal e ela ficava gritando de lá da casa dela. Eles não podiam rir, nem jogar bola, nem nada! Ela encostava no muro e começava a xingar falando que eles estavam fazendo muito barulho e que se a bola caísse de lá, ela furaria e jogaria fora.
Hoje, meu filho que já é um moço e que não joga mais bola no quintal, me contou que um dia a bola dele caiu de lá e ela furou e jogou fora. Achei um absurdo, porque eles estavam no quintal da casa deles e a bola caiu não propositalmente. Tá certo que ela não tem obrigação nenhuma de devolver, mas por que tanto ódio assim?
Ela tem netos e quando eram pequenos e a visitavam, gritavam tanto que incomodava todo mundo. Sem falar que choravam demais e isso levava a gente à loucura. E ela quietinha sem reclamar de nada. Nunca fui lá reclamar do neto dela e todas as bolas que ele jogava no meu quintal (sem falar das latinhas, tampinhas, potes de plástico, pedras e o que tivesse por lá), eu devolvia numa boa.
Eu fico com pena de gente assim. Se foi e é tão infeliz, por que não mexe um grão de areia para mudar tudo? É a tal da acomodação. Aí alguém vem e me diz: "naquele tempo, já que ela é idosa, tudo era difícil mesmo". Concordo. Mas precisa despejar em todo mundo essa infelicidade? O que meus filhos têm a ver com isso?
Fim da vida, sem mais nada para fazer e ainda num azedume que ninguém aguenta. Ninguém merece!
Que triste fim, minha senhora... sinto muito mesmo.
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segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Acabou "sabosta"!
Até que enfim acabou! Agora mais dois anos de sossego, de não ouvir nada sobre esse assunto, de críticas, de endeusamentos, de brigas, de roubos, de roubos, de roubos... bem, esses continuam.
É tanto dinheiro financiando os candidatos, que se usassem para o bem comum, com reformas, projetos, faria uma diferença enorme.
Sábado, andando pelo centro da cidade, cada passo que eu dava encontrava um "poste humano" segurando uma bandeira do candidato. Imaginam quanto gastam com isso? Imaginam que quem tem mais voz, mais espaço, mais poder, mais financiadores, mais apoio é geralmente o que vence? E se um candidato bom, correto, digno não tiver apoio nenhum de ninguém, nem grana para financiar nada, ele ganharia, apenas por ser correto? Tenho minhas dúvidas.
Esse ano fiquei alheia a tudo! Não quis saber de nada mesmo por puro desânimo. Já fui mais ativa, mas esse ano cansei! Nos debates penso a mesma coisa: quem tem mais lábia, quem sabe mais se expressar com as palavras, quem tem mais carisma, simpatia, acaba levando vantagem. Talvez o mais preparado para enfrentar uma liderança, para administrar uma cidade, não seja tão bom com as palavras e nem saiba transmitir a quem o ouve, seus planos. E isso, com certeza, o deixa em desvantagem. Mais uma vez o foco errado de tudo.
Agora, num país democrático como o Brasil, passou da hora do voto deixar de ser obrigatório. Quantas e quantas vezes eu via pessoas pegarem do chão, ali, na porta do local de votação, um santinho para poder votar, mesmo sem saber de quem se trata... inúmeras vezes! Ou então quantos votam no que o marido vota, no que o vizinho indicou, no que está na frente das pesquisas.... ah, as pesquisas.... ultimamente não estão batendo os resultados, não é? Por que será? Alguém suspeita de alguma coisa?
Outra coisa que eu digo: muitas pessoas, e nem precisam ser ignorantes ou não terem cultura, mas que sentem falta de coisas, quem não tem o que comer, quem não consegue sustentar uma casa, fazer um puxadinho, colocar uma laje, com certeza é comprado por um voto sim! Já presenciei muitos, mas muitos mesmo! Olha, sem generalizar, ok? Estou falando o que eu já cansei de presenciar, mesmo sendo pessoas estudadas, formadas, inteligentes etc. Quanto a isso, melhor não continuar o assunto.
Mas, graças a Deus, "cabô sabosta!"
Então, vida que segue e tudo continua como antes. Será que essa ficha limpa vai funcionar? Não sou pessimista e ainda acredito num mundo melhor, com pessoas mais inteligentes, com maior capacidade de perceberem as coisas erradas, com o dom de fazerem escolhas para o bem comum e não para seu próprio bem... acredito sim! Quem sabe toda a impunidade que estava faltando começou com esse julgamento do mensalão? Mas, uma coisa é ser condenado, e outra bem diferente é cumprir a condenação.... tô azeda hoje? Não, tô cansada de tudo isso!
Uma ótima semana para todos!
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quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Vício e indignação
É sim, a gente vicia muito rápido. Essa vida de internauta é maravilhosa! Mas, ficar sem computador depois que garramos uma paixão avassaladora pelo bichinho, é de morrer!
Ainda estou com limitações para poder usar internet, ainda sem computador e ainda com uma agonia que não acaba. Mas, fazer o quê? Tem que esperar, esperar, esperar....
Outra coisa chatérrima que aconteceu: apareceram (porque não foram convidadas e nem dei autorização de nada) umas propagandas no meu blog. Uma chatice mesmo, que desconfigura, ficam com umas palavras com link que só de passar o mouse, aparece algo que com certeza ninguém tem interesse. Não sei se só eu vejo ou se quem acessa também vê. Mas isso é muito chato mesmo e como não estou com meu computador, não tenho como vasculhar e ver o que aconteceu para poder dar um sumiço de vez nesse intruso cara-de-pau.
Então, meus queridos amigos, quando tudo estiver nos eixos, eu retribuo todas as visitas com comentários que vocês gentilmente sempre deixam por aqui.
Essa é a indignação de que citei no título. Como tem gente sem noção nesse mundo, não é?
Invadem sem o menor respeito o espaço do outro, tomam conta e roubam o que nós cuidamos com todo o carinho durante muito tempo. Não consigo entender o que ganham com isso ou que satisfação sentem em não ter um bom senso via rede mundial de computadores. Que saco!
Onde está o respeito? É claro que quem tem esse costume, não vai ler isso, mas eu falo como desabafo mesmo, porque já vi tantos blogs sendo "roubados" e perdidos, por culpa desses imbecis cretinos e ocos de raciocínio, que fico p***** de raiva com isso.
Se essas pessoas usassem essa "inteligência" para algo útil, quem sabe hoje não seriam mais um rico ou milionário no mundo virtual? Mas não! É tão mais fácil destruir o que já está pronto do que criar e divulgar algo que preste. O mesmo digo para quem tem o hábito de roubar o post alheio sem dar os devidos créditos.
Pronto, falei!
Semana que vem tudo volta ao normal com meu computador, se Deus quiser. Me desculpem pelo transtorno, sim?
Uma ótima semana para todos!
Gentcheeee.... esse link estava na lateral do blog, mas sumiu! Que coisa!
Quem se interessar por esse livro, que tem dois contos meus e mais vinte e três outros, também de novos autores e quiser comprar, é só clicar AQUI.
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quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Quem vai administrar sua cidade
Desde quando exerci minha cidadania nas urnas pela primeira vez sempre defendi o voto válido e passei isso para quem eu conhecia. Mas hoje isso é passado. Confesso que estou desanimada e já resolvi anular meu voto.
Isso mesmo: depois de anos e anos, não me importo com nada mais!
Muita sujeira, muitos crimes, muita falta de vergonha na cara e nada acontece com eles. Estamos na expectativa desse julgamento do mensalão, mas, sei não, viu? Só acontecendo para ver se é isso mesmo. Podem até serem condenados, mas, uma coisa é ser condenado e outra bem diferente é cumprir a condenação. Aí entram os advogados que acham brechas em todos os lugares, entram os médicos para assinarem laudos de depressão, problemas cardíacos e por aí vai.
Hoje ligaram aqui na minha casa para fazer propaganda política. Que vontade de xingar que me deu! Mas sou uma pessoa do bem e educada, graças a Deus. Então, gentilmente eu disse para a pessoa que não gostaria de ouvir. E ela, muito sem saber o que fazer, agradeceu e me desejou um bom dia. Pelo menos a educação ainda prevalece na maioria das pessoas.
Mas e essa sujeira de panfletos na garagem e caixa de correios da gente? Esses carros infernais com o som no último volume passando na rua, e essas propagandas políticas na TV, rádio e se bobear, até nos nossos CDs aparece algum pedindo voto. Que coisa mais insuportável!
Quantas e quantas vezes eu preguei que um voto decide a eleição, mas mudei de ideia. Meu voto e meu bom senso não resolvem nada de nada. E não venham me dizer que não posso ser assim porque posso sim!
Acredito que enquanto houver impunidade, essa bandalheira vai continuar. Pronto! Cargo público virou sinônimo de enriquecimento fácil, e é lamentável o povo endeusar o candidato. Gente, o que é isso, heim? Fábricas, escolas e o c***** a quatro são parados para receber um ser comum, como eu e você, pura e simplesmente para contribuirmos com seu enriquecimento fácil. É CLARO QUE EU SEI QUE EXISTEM EXCEÇÕES.
Pergunta: onde estão as exceções que não encontro em lugar nenhum?
Pronto, gente, me desculpem o desabafo, mas tá difícil aguentar essas porcalhadas todas.
E seja o que o dinheiro quiser... quem grita mais alto, quem tem mais santinhos, quem tem mais tempo na TV, quem... quem... quem..... tem mais chances de ganhar, né?
Alguém tem algo a dizer? Sou toda olhos para ler.
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sexta-feira, 22 de junho de 2012
Filhos
![]() |
| Essa imagem é do Google, mas o quarto de minha filha é bagunçado... um pouco menos, mas é ! |
Positivo! É nessa hora, com a certeza do positivo do exame de gravidez, que já nos tornamos mães...
Esperamos ansiosas pelos nove meses, com enjoos, mal estar, boca amarga, fome excessiva, sono exagerado....
Até que finalmente parimos e conhecemos nosso rebento. Ou nossos rebentos. O amor é incondicional, a entrega é total, modificamos tudo em função dos pequenos, noites de sono já não sabemos mais o que é, e uma coisa agoniante: o choro do bebê. Isso até conhecermos o seu significado, aí tiramos de letra.
Aí eles vão crescendo, sendo amados, cuidados, educados e acham que podem tudo.
Mas sei que grande parte dessa culpa é nossa: os pais. Explico: eles se acostumam com uma rotina em nos ver trabalhando, limpando, passando, cozinhando etc, e quando alguma coisa não é realizada nessa sequência, começam a reclamar.
Um dia, numa conversa com minha filha, eu como sempre falando e falando para ela pelo amor de Deus arrumar a bagunça do quarto dela, ela simplesmente disse como sempre diz, que o quarto era dela e que ela o deixava como quisesse. Eu disse que o quarto fazia parte da casa, portanto tem que ser como eu quero. E que quando ela tivesse a casa dela, ela deixaria como bem entendesse.
A resposta da lindinha da mamãe: "essa casa aqui é minha, e eu deixo meu quarto como quiser agora!".
Pronto! Mais essa agora que tenho que ouvir. Além de ser chamada de chata, agora tenho que escutar nas entrelinhas que essa casa aqui não é minha. Isso doeu.... e muito.
É claro que a casa é dela "também", mas não precisava me responder nesse tom.
Outro dia, meu filho conversando com um amigo, e esse amigo me olhou e perguntou se eu era uma mãe difícil. Ele me olhou, deu uma risadinha, bufou e respondeu que sim, que sempre sou chata. Não pensei duas vezes e respondi que estava farta de filhos que me tratam como empregada. Ele se calou.
Nos damos muito bem aqui, com muito bom humor; e é assim mesmo, os pais sempre são os chatos, porque cabe a nós a educação. Mas custa aos filhos serem um pouco mais tolerantes com nós?
Se algo deixa de ser feito para o conforto deles, a obrigação e a casa é minha, mas quando eles bagunçam e não se incomodam com isso, a casa é deles....
Eu não cobro nada por todo esse tempo de amor incondicional que tenho, por todo o cuidado com eles e tudo o mais, pois isso é obrigação. Mas será que eles, os meus filhos, ou todos os filhos, pensam que sou um robô, que não me canso, que não fico esgotada, nervosa? Será que não entendem que quero colo de vez em quando? Que gosto de carinho também? E de atenção? E que não sou empregada deles? E que eu como tantas outras, tiro de minha boca para poder dar o melhor para eles?
Quando parimos, o amor incondicional entra em nós para sempre. Mas e o amor deles? Até onde vai esse amor? Falando num todo agora: quantos e quantos filhos cuidam dos pais com todo o descaso do mundo? Uma mãe com cinco, seis, muitos filhos, quantos cuidam dela quando ela precisa, assim como foram cuidados desde sempre?
Como sempre ouvi minha avó dizer: "uma mãe cuida de cem filhos, mas cem filhos não cuidam de uma mãe"; e que só vão saber o que é cuidar de um filho, quando forem pais. Eu devo ter sido assim também com meus pais, não nesse exagero porque na minha época não tinha todo esse diálogo, e eu ficava calada, por respeito ou então por medo mesmo. Mais por medo de meu pai do que por respeito. Pai era pai e filho era filho, sem muitas conversas.
Será que estou muito amarga hoje?
Isso porque não disse que agora sou sempre chamada de viciada em internet. Sou mesmo! E daí? Será que nem me divertir eu posso mais? Eu trabalho o dia todo, em casa, e fico na internet somente à noite quando eles estão por aqui. Então acham que fico o dia todo à toa, somente teclando, ou o que quer que seja. Até que agora pararam um pouco de implicância comigo, depois que eu, ironicamente, pedi desculpas e disse que não sabia que não podia me divertir, que tinha que ficar o tempo todo por conta de casa e de filhos.
Aqui temos um diálogo aberto, se não gosto eu falo e se eles não gostam, falam também. Mas tem dias que fico cansada. Não deles, isso jamais.... Mas da situação de mãe/empregada o tempo todo. Mesmo eu tendo educado os dois para serem independentes, para o mundo, para nunca passarem dificuldades e nem vergonha em nenhum lugar, mesmo assim eu canso de toda hora ter que responder perguntas que bastariam eles espicharem o pescoço e procurar. Aí respondo com má vontade, peço para eles se virarem, e o que eu escuto é que sou chata, que não custa nada dizer onde se encontra tal coisa. Isto cansa... e muito!
Pronto! Outro desabafo de uma mãe cansada....
Alguém passa por isto também? Ou só eu? Os filhos são realmente todos iguais? E os pais, são sempre os chatos, os carrascos?
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quarta-feira, 23 de maio de 2012
Futilidades
Hoje eu queria escrever algo sobre o que está acontecendo pelas redes sociais. Um texto chato, coisas que todo mundo já falou, mas eu quero escrever sobre isso sim, então vamos lá:
O ruim da história:
Acho que o pessoal tá tirando como exemplo as torcidas organizadas do futebol, porque vou te contar, viu? Brigar por nada? Com quem nem se conhece direito? Agredir com palavras, xingar, excluir? Mas que coisa mais deselegante essa.
Primeiro apareceu Sandy, toda princesinha - eu também acho ela uma princesinha com cara de boneca, além de ser uma ótima cantora - dando aquele depoimento meio atravessado para aquela revista... sabem qual, não é?
E quanta polêmica em torno disso, meu Deus! Cada um que cuide de seu fiofó, não é?
E não adianta! Ela tem carinha de princesa mesmo e não vai mudar nunca!
Mas o que temos a ver com isso? Ah, mas ela é famosa! E daí, que é famosa? Ela nos dá a voz dela, as músicas; agora, a vida particular é dela!
Depois, esses dias mesmo, aparece Carolina, toda nua, mas não naquela revista... sabem qual, não é?
Algum hacker entrou em seu PC e roubou tudo, e publicou! O que seria isso? Para mim é invasão de privacidade. Ninguém tem o direito de invadir o território do outro, não é? Independente de ser famosa ou não, isso é crime.
E o povo, polemizando, criticando, rindo, fazendo piadinhas sem-graça nenhuma...
Mas, gente, acho que ela tem o direito de fazer o que lhe der vontade; o PC é dela, o corpo é dela, o marido é dela.... Os invasores é que estão errados, não ela! É assim que penso.
Agora, muitos falando que por ser famosa, a polícia agiu rápido... é isso mesmo, por ser famosa, agiu rápido, porque causa polêmica, porque aparece, e se ela aparece, é claro que a polícia vai querer aparecer também!
Eu acho ela chatinha, mas o que ela faz é emprestar sua imagem para os que assistem novelas, não é?
O que muda na vida de alguém, ela ser assim ou "assado"?
Agora a rainha Xuxa....
Mas que coisa mais chata esses comentários todos! Que cansativo! Que inútil! Que perda de tempo!
E eu aqui perdendo o tempo também, porque hoje quero falar futilidades....
O que ela falou, se é verdadeiro ou não, ninguém sabe além dela, não é? Ela está pedindo para alguém acreditar? O Fantástico propôs uma entrevista e ela aceitou! Só isso!
E todos que a odeiam, que não a suportam, que a acham falsa, que a chamam de ultrapassada... todos, falando dela, todos assistiram para poder comentar depois. Quer dizer: odeiam, mas não perdem nada do que ela fala. Tá bom! Senta lá, Cláudia!
E uma guerra absurda, onde uns defendem, outros criticam, outros zombam, outros fingem que não gostaram mas se emocionaram, outros amam, mas como o que aparece nas redes são críticas, então critica também, só para seguir algum bocudo que-não-tem-mais-o-que-fazer-da-vida.
Será que ela precisa provar alguma coisa para alguém? Quanta hipocrisia isso!
É o preço da fama, mas eu prefiro acreditar que tudo isso é uma falta de respeito com o próximo.
Julgar é muito fácil, apontar o dedo é um gesto automático, mas quando você aponta o dedo para uma pessoa, outros três dedos estão apontados para você....
Pronto! Meu momento futilidade está terminado!
O ruim da história:
Acho que o pessoal tá tirando como exemplo as torcidas organizadas do futebol, porque vou te contar, viu? Brigar por nada? Com quem nem se conhece direito? Agredir com palavras, xingar, excluir? Mas que coisa mais deselegante essa.
Primeiro apareceu Sandy, toda princesinha - eu também acho ela uma princesinha com cara de boneca, além de ser uma ótima cantora - dando aquele depoimento meio atravessado para aquela revista... sabem qual, não é?
E quanta polêmica em torno disso, meu Deus! Cada um que cuide de seu fiofó, não é?
E não adianta! Ela tem carinha de princesa mesmo e não vai mudar nunca!
Mas o que temos a ver com isso? Ah, mas ela é famosa! E daí, que é famosa? Ela nos dá a voz dela, as músicas; agora, a vida particular é dela!
Depois, esses dias mesmo, aparece Carolina, toda nua, mas não naquela revista... sabem qual, não é?
Algum hacker entrou em seu PC e roubou tudo, e publicou! O que seria isso? Para mim é invasão de privacidade. Ninguém tem o direito de invadir o território do outro, não é? Independente de ser famosa ou não, isso é crime.
E o povo, polemizando, criticando, rindo, fazendo piadinhas sem-graça nenhuma...
Mas, gente, acho que ela tem o direito de fazer o que lhe der vontade; o PC é dela, o corpo é dela, o marido é dela.... Os invasores é que estão errados, não ela! É assim que penso.
Agora, muitos falando que por ser famosa, a polícia agiu rápido... é isso mesmo, por ser famosa, agiu rápido, porque causa polêmica, porque aparece, e se ela aparece, é claro que a polícia vai querer aparecer também!
Eu acho ela chatinha, mas o que ela faz é emprestar sua imagem para os que assistem novelas, não é?
O que muda na vida de alguém, ela ser assim ou "assado"?
Agora a rainha Xuxa....
Mas que coisa mais chata esses comentários todos! Que cansativo! Que inútil! Que perda de tempo!
E eu aqui perdendo o tempo também, porque hoje quero falar futilidades....
O que ela falou, se é verdadeiro ou não, ninguém sabe além dela, não é? Ela está pedindo para alguém acreditar? O Fantástico propôs uma entrevista e ela aceitou! Só isso!
E todos que a odeiam, que não a suportam, que a acham falsa, que a chamam de ultrapassada... todos, falando dela, todos assistiram para poder comentar depois. Quer dizer: odeiam, mas não perdem nada do que ela fala. Tá bom! Senta lá, Cláudia!
E uma guerra absurda, onde uns defendem, outros criticam, outros zombam, outros fingem que não gostaram mas se emocionaram, outros amam, mas como o que aparece nas redes são críticas, então critica também, só para seguir algum bocudo que-não-tem-mais-o-que-fazer-da-vida.
Será que ela precisa provar alguma coisa para alguém? Quanta hipocrisia isso!
É o preço da fama, mas eu prefiro acreditar que tudo isso é uma falta de respeito com o próximo.
Julgar é muito fácil, apontar o dedo é um gesto automático, mas quando você aponta o dedo para uma pessoa, outros três dedos estão apontados para você....
Pronto! Meu momento futilidade está terminado!
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sexta-feira, 20 de abril de 2012
A arte de ser bocuda
Dia desses, lendo os meus queridos que sigo, fui ao blog da Lúcia Soares Sem medida, ao qual ela questiona: calar ou falar?
E aí, como sou do time dela, das bocudas de plantão, claro que deixei meu pitaco lá. E não satisfeita, vou dar meu pitaco aqui também.
Por que realmente temos tanta necessidade de nos expressar e defender nossa opinião? O que isso mudaria na vida de uma pessoa? Eu respondo: nada!
Eu gosto de conversar, falar, ouvir, posso mudar de ideia, posso me chatear, mas... é chato mesmo ficar perto de uma pessoa que fala o tempo todo, que acha que tem razão de tudo, que vive dando conselhos. Acho que já fui assim; não é que queremos ter razão de tudo; passamos por sofrimentos e sabemos o quanto dói, então não queremos ver pessoas que amamos passar por situações parecidas, ou sofrerem, já que sabemos como é e podemos evitar uma dor alheia. Será?
Hoje sei que não é bem assim: a pessoa até escuta, mas no fundo acaba fazendo o que tem vontade, o que quer. E isto é certo! Precisamos sim passar por situações, por agonias, por dores, para podermos crescer, amadurecer. E também cada um tem uma reação para uma situação: o que é bom para mim, não é para minha filha, ou para uma amiga etc.
E quem tem este hábito de falar e se impor, geralmente tem dificuldade para ouvir e aceitar a opinião do outro. Que difícil!
Cada um tem um jeito e vai ter suas próprias dores, cada um reage de uma forma e não nos cabe mudar isto. Conselho é uma coisa, mas se impor querendo modificar o modo da pessoa pensar, é outra bem diferente. Uma atitude radical como esta, acaba afastando a pessoa do nosso convívio. Ninguém aguenta pessoas que falam demais, que são radicais demais, que reclamam demais, que são inconformadas com tudo, que se incomodam como a outra pessoa vive, o que come, o que veste, o que segue, o que faz e como faz. O que poderia interferir na minha vida, sabendo que a outra pessoa não gosta das mesmas coisas que eu? Nada!
Bom senso, aceitar as diferenças e respeitá-las, conviver da melhor forma possível, e estar sempre por perto, caso a pessoa, numa dessas quedas, precise de apoio. Aí sim, seremos indispensáveis e quem sabe, a pessoa pare e nos escute, reflita e tome outras atitudes. E o mais importante: aprender com as diferenças.
É isso então!
Um ótimo fim de semana!
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segunda-feira, 26 de março de 2012
Aposentadoria e o bom senso
Eu particularmente tenho paciência com os idosos. Gosto de ouvir suas histórias, gosto da simplicidade de alguns, das comidinhas gostosas que alguns passam a receita, e gosto dos conselhos também, apesar não se seguir nenhum.
Também acho que ele têm o direito de tudo do bom e do melhor, já que é praticamente o final da vida. E concordo com todas as regalias que conseguiram, através das leis.
Mas, o que temos visto por aí, e não é só opinião minha, mas de todos, em todos os lugares, é que eles abusam da boa vontade de todos, só por serem idosos.
Sábado eu fui à lotérica pagar contas e tinha um caixa só para jogos, outro caixa só para idosos e outro caixa atendendo os demais. Era época de pagamentos, então estava lotada. E num momento, a mocinha do caixa dos idosos foi tomar um cafezinho, e o próximo idoso da fila começou a reclamar que não tinha ninguém. Então, a toda gentil moça do caixa geral chamou o idoso e o atendeu. E apareceu outro idoso, e outro, e outro. É claro que todos da enorme fila, inclusive eu, não gostamos nada e começamos todos a reclamar. E não é que a mocinha que estava tomando café apareceu, do nada!
Outra situação que tem muita reclamação: os ônibus circulares. Nunca apareceu tanto aposentado junto num ônibus como aparece em horário de pico, de muito movimento. E ai se ninguém ceder lugar para eles! Começam a reclamar em voz alta para todo mundo ouvir.
Agora fila de banco. Bem, todo mundo sabe como é penoso ficar em fila de banco. Eles têm o dia deles receberem, que todo mundo já sabe, mas então alguém me explica: de onde aparece tanto aposentado em dia de pagamento de pessoal, dentro de um banco? De onde saem e o que fazem na fila? Tem a fila deles, mas quando começa a ficar grande demais, para não cansar os idosos queridos do coração, os outros caixas começam a chamá-los para atendê-los. Pode isso, gente?
Ontem, domingo, minha filha e eu fomos em uma loja tentar comprar alguma coisa. É uma dessas lojas de departamentos que quando abre fora do horário normal, simplesmente a cidade toda vai lá. Então, depois da compra, fomos para a fila do caixa... e não andava de jeito nenhum. Umas oito pessoas na nossa frente e a fila não andava. "Vai lá ver o que tá acontecendo, filha!". E lá se foi Amanda olhar o que acontecia. "A moça está passando os idosos na frente!" Affffffffffffffffffffffffffffffffff
Reclamar para quem, do quê? De um direito deles? Nem tem como. Um dia eu vou ser uma aposentada e quero todas essas regalias também.
Mas precisa, senhor aposentado, pegar ônibus circular no horário de pico, sendo que o senhor tem o dia todo para ir e vir onde quiser?
Precisa ir na lotérica no sábado, sabendo que está sempre lotada, já que o senhor tem todos os outros dias para passear e aproveitar e fazer um joguinho ou pagar uma conta?
Geralmente os bancos têm senhas e as pessoas ficam sentadas esperando. Então, senhor aposentado, que tem um horário todo especial para o senhor receber, por que ir ao banco justamente depois que o resto da população recebe e ficar com essa carinha fofa de cansado da vida, querendo logo sair de lá, porque está calor, está cansado, com fome, com sede, com vontade de fazer xixi.... por que ir num horário lotado se o senhor pode ir num dia e num horário em que todos estão trabalhando e o banco está às moscas?
A vida é difícil, aposentado sofre, é discriminado, mas o bom senso e o respeito aos demais a gente aprende desde cedo.
Ah, mais uma coisinha: nessa loja em que fomos, como era domingo, serviram café da manhã. Bem, estávamos numa fila para pegar suco e quando estava chegando nossa vez, uma senhorinha muito lindinha e fofa, com o seu netinho muito coitadinho atarracado num abraço, olhou para minha filha e disse: eu já estava aqui tá? E ficou na nossa frente, alisando o netinho que era do tamanho dela já. Eu não aguentei e disse bem alto para minha Amanda:
- É assim que nascem os aproveitadores, os cafajestes, os folgados, os que acham que o mundo gira em torno deles. A "pessoa" quer de todo jeito levar vantagem num suco, colocando o netinho na frente de todo mundo, sem fila preferencial para nada, e não percebe que está educando um monstro. Depois ele continua sendo um monstro e a avozinha tão querida não sabe o que aconteceu com o menino.
Minha filha arregalou um olhão, como me chamando a atenção do que eu acabara de falar e todos que estavam perto ouviram. Mas eu falei para ouvirem mesmo. Gestos bobos, simples, mas que fazem toda a diferença na cabecinha de uma criança. Por fim as pessoas concordaram comigo, menos a avó que não estava nem aí para ninguém.
Se ela tivesse chegado e pedido para passar na nossa frente, é claro que concordaríamos sem problema nenhum. A atitude dela em querer levar vantagem, achando que enganaria dizendo que já estava na fila é que não foi boa. O exemplo que ela passou para o neto naquela hora foi péssimo.
É lamentável!
Também acho que ele têm o direito de tudo do bom e do melhor, já que é praticamente o final da vida. E concordo com todas as regalias que conseguiram, através das leis.
Mas, o que temos visto por aí, e não é só opinião minha, mas de todos, em todos os lugares, é que eles abusam da boa vontade de todos, só por serem idosos.
Sábado eu fui à lotérica pagar contas e tinha um caixa só para jogos, outro caixa só para idosos e outro caixa atendendo os demais. Era época de pagamentos, então estava lotada. E num momento, a mocinha do caixa dos idosos foi tomar um cafezinho, e o próximo idoso da fila começou a reclamar que não tinha ninguém. Então, a toda gentil moça do caixa geral chamou o idoso e o atendeu. E apareceu outro idoso, e outro, e outro. É claro que todos da enorme fila, inclusive eu, não gostamos nada e começamos todos a reclamar. E não é que a mocinha que estava tomando café apareceu, do nada!
Outra situação que tem muita reclamação: os ônibus circulares. Nunca apareceu tanto aposentado junto num ônibus como aparece em horário de pico, de muito movimento. E ai se ninguém ceder lugar para eles! Começam a reclamar em voz alta para todo mundo ouvir.
Agora fila de banco. Bem, todo mundo sabe como é penoso ficar em fila de banco. Eles têm o dia deles receberem, que todo mundo já sabe, mas então alguém me explica: de onde aparece tanto aposentado em dia de pagamento de pessoal, dentro de um banco? De onde saem e o que fazem na fila? Tem a fila deles, mas quando começa a ficar grande demais, para não cansar os idosos queridos do coração, os outros caixas começam a chamá-los para atendê-los. Pode isso, gente?
Ontem, domingo, minha filha e eu fomos em uma loja tentar comprar alguma coisa. É uma dessas lojas de departamentos que quando abre fora do horário normal, simplesmente a cidade toda vai lá. Então, depois da compra, fomos para a fila do caixa... e não andava de jeito nenhum. Umas oito pessoas na nossa frente e a fila não andava. "Vai lá ver o que tá acontecendo, filha!". E lá se foi Amanda olhar o que acontecia. "A moça está passando os idosos na frente!" Affffffffffffffffffffffffffffffffff
Reclamar para quem, do quê? De um direito deles? Nem tem como. Um dia eu vou ser uma aposentada e quero todas essas regalias também.
Mas precisa, senhor aposentado, pegar ônibus circular no horário de pico, sendo que o senhor tem o dia todo para ir e vir onde quiser?
Precisa ir na lotérica no sábado, sabendo que está sempre lotada, já que o senhor tem todos os outros dias para passear e aproveitar e fazer um joguinho ou pagar uma conta?
Geralmente os bancos têm senhas e as pessoas ficam sentadas esperando. Então, senhor aposentado, que tem um horário todo especial para o senhor receber, por que ir ao banco justamente depois que o resto da população recebe e ficar com essa carinha fofa de cansado da vida, querendo logo sair de lá, porque está calor, está cansado, com fome, com sede, com vontade de fazer xixi.... por que ir num horário lotado se o senhor pode ir num dia e num horário em que todos estão trabalhando e o banco está às moscas?
A vida é difícil, aposentado sofre, é discriminado, mas o bom senso e o respeito aos demais a gente aprende desde cedo.
Ah, mais uma coisinha: nessa loja em que fomos, como era domingo, serviram café da manhã. Bem, estávamos numa fila para pegar suco e quando estava chegando nossa vez, uma senhorinha muito lindinha e fofa, com o seu netinho muito coitadinho atarracado num abraço, olhou para minha filha e disse: eu já estava aqui tá? E ficou na nossa frente, alisando o netinho que era do tamanho dela já. Eu não aguentei e disse bem alto para minha Amanda:
- É assim que nascem os aproveitadores, os cafajestes, os folgados, os que acham que o mundo gira em torno deles. A "pessoa" quer de todo jeito levar vantagem num suco, colocando o netinho na frente de todo mundo, sem fila preferencial para nada, e não percebe que está educando um monstro. Depois ele continua sendo um monstro e a avozinha tão querida não sabe o que aconteceu com o menino.
Minha filha arregalou um olhão, como me chamando a atenção do que eu acabara de falar e todos que estavam perto ouviram. Mas eu falei para ouvirem mesmo. Gestos bobos, simples, mas que fazem toda a diferença na cabecinha de uma criança. Por fim as pessoas concordaram comigo, menos a avó que não estava nem aí para ninguém.
Se ela tivesse chegado e pedido para passar na nossa frente, é claro que concordaríamos sem problema nenhum. A atitude dela em querer levar vantagem, achando que enganaria dizendo que já estava na fila é que não foi boa. O exemplo que ela passou para o neto naquela hora foi péssimo.
É lamentável!
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Escrevo sobre a vida e os momentos específicos emocionais.
Assuntos relacionados sobre a mente humana e como conviver com o outro sem a necessidade de mudá-lo.
O conhecimento é primeiro processo de cura.
Sente algum desconforto em seu relacionamento? Vamos conversar?
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quinta-feira, 14 de julho de 2011
Minha festa é sua!
É comum e muito bom reunir o pessoal, os amigos e fazer "vaquinha" pra comemorar. Não importa o quê. Festa é sempre bem vinda!
É comum também ir todos a um bar, uma lanchonete, se divertirem e depois "rachar" a conta. Já fiz muito isso, apesar de saber que sempre tem aquele espertinho que foge antes da dolorosa ou então fica fazendo as continhas e tira o corpo fora na maior cara dura. Mas se é amigo a gente até engole de vez em quando.
Mas e quando a pessoa tem o hábito de comemorar o aniversário (de idade, de casamento, de qualquer coisa, desde que seja aniversário), empresta a casa mas todos têm que levar a festa?
Eu acho estranho, mas existe.
Todo ano é a mesma coisa, vão chegando as datas e já vem os telefonemas:
- Oi, querida, tá chegando né? Então, eu tava pensando, nós aqui (a família) estamos com vontade de fazer a festa à fantasia... O que você acha?
Como é que a gente vai contra uma coisa dessa? O aniversário é da pessoa, então faça o que achar melhor.
Aí vem:
- Então, a gente tava pensando em servir vinho com frios... Tá friozinho, vai combinar mais.
Ah, que boa ideia a sua...
- Nós (?) fizemos as contas e estamos pedindo uma garrafa de vinho e um quilo de frios pra cada "pessoa". O que você acha?
Acho que está bom... Se vocês decidiram, então ok.
Mas ó, eu vou levar 2 garrafas de vinho, um daqueles do porto que eu adoro e uma peça de salame, outra metade de presunto parma e mais uma peça de queijo provolone pra gente fazer à milanesa. O que você acha?
- Nossa, tá ótimo, pode trazer sim. Vou arrumar umas louças bem chiques pra ficar bem lindo!!!
Desligou o telefone. Mas é muita cara de pau, né.
Meu aniversário passa e nem parabéns é capaz de me dar. Agora quer que eu leve a festa?
Vai esperando, minha filha, espera que eu levo, um dia quem sabe.
Teve um ano, o último que eu fui, que alugaram até karaokê e no final ainda passaram a sacolinha arrecadando dinheiro pra pagar o bendito cantante. Eu não paguei nada!
E nesse mesmo ano, quando terminou a festa, fui até a cozinha e tava lá um batalhão de comes e bebes que havia sobrado... Na verdade eles ficam regulando um pouco, falam que acabou só pra sobrar.
Nunca mais fui...
Gente folgada me irrita profundamente.
É comum também ir todos a um bar, uma lanchonete, se divertirem e depois "rachar" a conta. Já fiz muito isso, apesar de saber que sempre tem aquele espertinho que foge antes da dolorosa ou então fica fazendo as continhas e tira o corpo fora na maior cara dura. Mas se é amigo a gente até engole de vez em quando.
Mas e quando a pessoa tem o hábito de comemorar o aniversário (de idade, de casamento, de qualquer coisa, desde que seja aniversário), empresta a casa mas todos têm que levar a festa?
Eu acho estranho, mas existe.
Todo ano é a mesma coisa, vão chegando as datas e já vem os telefonemas:
- Oi, querida, tá chegando né? Então, eu tava pensando, nós aqui (a família) estamos com vontade de fazer a festa à fantasia... O que você acha?
Como é que a gente vai contra uma coisa dessa? O aniversário é da pessoa, então faça o que achar melhor.
Aí vem:
- Então, a gente tava pensando em servir vinho com frios... Tá friozinho, vai combinar mais.
Ah, que boa ideia a sua...
- Nós (?) fizemos as contas e estamos pedindo uma garrafa de vinho e um quilo de frios pra cada "pessoa". O que você acha?
Acho que está bom... Se vocês decidiram, então ok.
Mas ó, eu vou levar 2 garrafas de vinho, um daqueles do porto que eu adoro e uma peça de salame, outra metade de presunto parma e mais uma peça de queijo provolone pra gente fazer à milanesa. O que você acha?
- Nossa, tá ótimo, pode trazer sim. Vou arrumar umas louças bem chiques pra ficar bem lindo!!!
Desligou o telefone. Mas é muita cara de pau, né.
Meu aniversário passa e nem parabéns é capaz de me dar. Agora quer que eu leve a festa?
Vai esperando, minha filha, espera que eu levo, um dia quem sabe.
Teve um ano, o último que eu fui, que alugaram até karaokê e no final ainda passaram a sacolinha arrecadando dinheiro pra pagar o bendito cantante. Eu não paguei nada!
E nesse mesmo ano, quando terminou a festa, fui até a cozinha e tava lá um batalhão de comes e bebes que havia sobrado... Na verdade eles ficam regulando um pouco, falam que acabou só pra sobrar.
Nunca mais fui...
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segunda-feira, 30 de maio de 2011
Coisinhas chatas...
- Musiquinhas de celular.
- Cozinhar.
- Silêncio. Não suporto falta de ruído.
- Comidas de dieta. Tudo o que há de mais sem sal na face na Terra.
- Ler o livro todo pra saber o que vai acontecer no final. Geralmente eu leio o comecinho e vou pro final pra depois voltar pro começo e continuar.
- Gente que fica falando pra eu ter calma quando o mundo tá desabando na minha cabeça.
- Gente que fala pra eu não chorar quando eu quero chorar. Por isso gosto de ficar sozinha, chorar sem ninguém ver.
- Fanta Uva.
- Gente que mente pra mim mesmo sabendo que eu sei que estão mentindo e continuam mentindo na cara de pau.
- Ter que comer o prato principal primeiro antes dos doces. Eu adoro comer doces antes de tudo.
- Sair em fotos. Eu não sou fotogênica e odeio gente que fica tirando foto expondo minha pessoa.
- Entrevista com psicólogos e psicopedagogos na tv querendo resolver o problema da educação, sentados na cadeira.
- Gente boazinha.
- Gente que concorda comigo o tempo todo. Coisa mais sem graça.
- Que me perturbem quando eu estou dormindo. Eu tenho insônia, e quando o sono vem eu tenho que dormir.
- Domingo. Ô dia chato!
- Computador lerdo. E que trava.
- Gente mal humorada, emburrada, grossa, estúpida, autoritária, donos da palavra, egoísta.
- Gente que não tem filhos e sabe a melhor forma de educar os meus filhos.
- Gente que acha que eu adivinho o que está acontecendo. Principalmente os homens quando se calam, querem que a gente adivinhe o que se passa. Aff...
- Regras irrelevantes que alguns acham que eu tenho que seguir. Sou livre pra fazer o que eu quiser, a hora que eu quiser e com quem eu quiser.
- Minha tv de 5' que tem vida própria. Além de pegar só um canal, a Globo, agora ela inventou de não ter imagem. Quer dizer, é uma tv-rádio. Que ódio!!!
- Cozinhar.
- Silêncio. Não suporto falta de ruído.
- Comidas de dieta. Tudo o que há de mais sem sal na face na Terra.
- Ler o livro todo pra saber o que vai acontecer no final. Geralmente eu leio o comecinho e vou pro final pra depois voltar pro começo e continuar.
- Gente que fica falando pra eu ter calma quando o mundo tá desabando na minha cabeça.
- Gente que fala pra eu não chorar quando eu quero chorar. Por isso gosto de ficar sozinha, chorar sem ninguém ver.
- Fanta Uva.
- Gente que mente pra mim mesmo sabendo que eu sei que estão mentindo e continuam mentindo na cara de pau.
- Ter que comer o prato principal primeiro antes dos doces. Eu adoro comer doces antes de tudo.
- Sair em fotos. Eu não sou fotogênica e odeio gente que fica tirando foto expondo minha pessoa.
- Entrevista com psicólogos e psicopedagogos na tv querendo resolver o problema da educação, sentados na cadeira.
- Gente boazinha.
- Gente que concorda comigo o tempo todo. Coisa mais sem graça.
- Que me perturbem quando eu estou dormindo. Eu tenho insônia, e quando o sono vem eu tenho que dormir.
- Domingo. Ô dia chato!
- Computador lerdo. E que trava.
- Gente mal humorada, emburrada, grossa, estúpida, autoritária, donos da palavra, egoísta.
- Gente que não tem filhos e sabe a melhor forma de educar os meus filhos.
- Gente que acha que eu adivinho o que está acontecendo. Principalmente os homens quando se calam, querem que a gente adivinhe o que se passa. Aff...
- Regras irrelevantes que alguns acham que eu tenho que seguir. Sou livre pra fazer o que eu quiser, a hora que eu quiser e com quem eu quiser.
- Minha tv de 5' que tem vida própria. Além de pegar só um canal, a Globo, agora ela inventou de não ter imagem. Quer dizer, é uma tv-rádio. Que ódio!!!
| Aí a chata que funciona quando quer... |
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quarta-feira, 13 de abril de 2011
Menino mau!
Paulinho Vilhena Cospe na cara de Rafael Cortez do CQC...
Vamos combinar? Quem está errado?
De um lado um ator famoso, global, que parece ter tpm o mês inteiro e que se acha de vez em quando.
De outro Rafael Cortez, gato, sub-humorista, repórter de um programa até bom, mas que exagera de vez em quando.
Se fosse entrevistar uma pessoa comum, um corretor da bolsa de valores, por ex., ele responderia a pergunta como? Final de expediente, talvez mandasse o Rafael a PQP! Ok, dia cheio, cabeça quente, nervoso...
Mas como é um famoso... Talvez todos nós pensamos que por ser famoso tem que mostrar o piano pra todo mundo. Tá certo que não precisa ser tão antipático assim... Mas se não quer responder, não responda... Peça licença e saia pela esquerda.
Mas aí o drama: 'é famoso e antipático', esse rótulo ele carrega na cara.
De todo o jeito ia ser criticado, por responder com um baita de um mau humor ou por não responder de jeito nenhum.
Ele não me perguntou mas poderia dar uma desculpa com um sorriso, um já volto, agora não, depois... Ou então responder com uma outra pergunta bem cabeluda... De deixar o entrevistador vermelho e sem graça. Pronto!
E Rafael Cortez, por sua vez todo lindo está no seu trabalho, é sua profissão fazer perguntas idiotas. Se não faz perde a vez e leva bronca e até rasguem o seu contrato. Se trabalha como tem que ser é um idiota, um imbecil, odiado por muitos que fogem dele e dos outros do programa como o diabo foge da cruz.
Eu gosto do CQC, assisto de vez em quando e acho que eles exageram...
São talentosos, pensam rápido sem dar tempo pra pessoa pensar na resposta ou não saber o que responder. Pule a pergunta, oras! Vá pra próxima se tiver...
Também acho que não existe pergunta indiscreta... Responde quem quer... As respostas é que podem ser indiscretas. Eles fazem a pergunta que querem, quem não quiser responder, não responda!
Mas não precisam ser tão antipáticos assim.
Cuspir na cara do outro é muita humilhação, pegou muiiiiiiito mal.
Paulinho Vilhena, viva com isso agora, ator!
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terça-feira, 5 de abril de 2011
Por que o outro me incomoda tanto?
Deve ser comum com todo mundo ter uma pessoa que conhece ou acabou de conhecer que não 'desce'... Não sabemos porque mas não dá, não engolimos, não suportamos, fazemos um esforço até, mas não tem jeito.
Eu acredito em reencarnação, então eu creio que seja alguém de outras encarnações que não tinha nenhuma afinidade comigo.
Às vezes conhecemos pessoas e a empatia é instantânea. Parece até que conhecemos há anos.
Mas tem outras pessoas que... hmmmmmm...
Eu devo ser assim pra outras pessoas também, afinal ninguém é obrigado a gostar de ninguém. E eu concordo que não sou uma pessoa tão fácil. Sou bocuda demais. Falo pelos cotovelos. Sou autocrítica. Mas respeito todas as opiniões alheias, apesar de defender as minhas - o que posso mudar de idéia sem o menor problema.
Navegando pela internet a gente tem a chance de conhecer várias, de vários lugares, várias culturas, mas tem uma pessoa...
Não vai! Não adianta! Já tentei, juro! Mas não dá mesmo.
Sabe aquela pessoa que força pra ser simpática com todo mundo, querendo agradar a todos, a dita 'boazinha', mas a gente percebe que quer somente aparecer e se fazer presente? É claro que está no direito dela (a pessoa) de ir e vir onde bem entender, mas tenho vontade de estapear, mandar sair, cuidar de sua vida, será que não se enxerga?
Coitada, e a pessoa nem fez nada comigo. Tá lá quieta no seu canto, toda bondosa, toda solícita, toda simpática.... Argh!
Eu sei que não sou a única a pensar isso, mas paciência tem limite. E a minha ultimamente é limitadíssima.
O que eu faço? Fico quieta no meu canto, faço de conta que a pessoa nem existe. É difícil, eu sei, mas é uma das provações que temos que passar. E todo dia, todo santo dia, tá lá a pessoa, fazendo exposição de sua figura...
Bem, o lugar não importa. De lá eu não saio, então, que seja assim. Eu cá e ela lá.
De verdade, eu queria mudar de opinião... Queria até conhecer melhor, mas garrei birra.
Vamos ver com o tempo o que acontece. Quem sabe essa pessoa tem o mesmo sentimento por mim? Eu é que não vou perguntar. Mas vou perguntar pra Camila que tem um blog que eu acompanho diariamente e tem me ajudado muito.
Tá aqui o link pro blog da Camila: clique aqui
Eu acredito em reencarnação, então eu creio que seja alguém de outras encarnações que não tinha nenhuma afinidade comigo.
Às vezes conhecemos pessoas e a empatia é instantânea. Parece até que conhecemos há anos.
Mas tem outras pessoas que... hmmmmmm...
Eu devo ser assim pra outras pessoas também, afinal ninguém é obrigado a gostar de ninguém. E eu concordo que não sou uma pessoa tão fácil. Sou bocuda demais. Falo pelos cotovelos. Sou autocrítica. Mas respeito todas as opiniões alheias, apesar de defender as minhas - o que posso mudar de idéia sem o menor problema.
Navegando pela internet a gente tem a chance de conhecer várias, de vários lugares, várias culturas, mas tem uma pessoa...
Não vai! Não adianta! Já tentei, juro! Mas não dá mesmo.
Sabe aquela pessoa que força pra ser simpática com todo mundo, querendo agradar a todos, a dita 'boazinha', mas a gente percebe que quer somente aparecer e se fazer presente? É claro que está no direito dela (a pessoa) de ir e vir onde bem entender, mas tenho vontade de estapear, mandar sair, cuidar de sua vida, será que não se enxerga?
Coitada, e a pessoa nem fez nada comigo. Tá lá quieta no seu canto, toda bondosa, toda solícita, toda simpática.... Argh!
Eu sei que não sou a única a pensar isso, mas paciência tem limite. E a minha ultimamente é limitadíssima.
O que eu faço? Fico quieta no meu canto, faço de conta que a pessoa nem existe. É difícil, eu sei, mas é uma das provações que temos que passar. E todo dia, todo santo dia, tá lá a pessoa, fazendo exposição de sua figura...
Bem, o lugar não importa. De lá eu não saio, então, que seja assim. Eu cá e ela lá.
De verdade, eu queria mudar de opinião... Queria até conhecer melhor, mas garrei birra.
Vamos ver com o tempo o que acontece. Quem sabe essa pessoa tem o mesmo sentimento por mim? Eu é que não vou perguntar. Mas vou perguntar pra Camila que tem um blog que eu acompanho diariamente e tem me ajudado muito.
Tá aqui o link pro blog da Camila: clique aqui
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quinta-feira, 17 de março de 2011
Chatos de plantão
Pra todos aqueles chatos de plantão que mencionei no post passado e mais alguns aí disfarçados, espero que vão todos...
A letra da música não fala sobre isso, mas o lugar é o mesmo...
A letra da música não fala sobre isso, mas o lugar é o mesmo...
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