Mostrando postagens com marcador tv. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tv. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Meus Heróis


Blogagem Coletiva - Meu herói ou heroína de infância, do Blog Uma Pandora e sua caixa. Cliquem AQUI! Participem, comentem, nos contem qual herói ou heroína faziam vocês ficarem queitos em frente à TV.


Na infância não tive muitos acessos a gibis, revistinhas e nem cinemas, mas me lembro do primeiro herói que amei, que fui no cinema assistir e fiquei impressionada desde o início do filme, quando apareceu o espaço azul estrelado, fazendo aquele barulho imenso, passando pelos planetas todos até chegar à Terra. Superman com Christopher Reeve, que para mim é o único Superman.




Foi amor à primeira vista, ver um homem tão lindo, tão másculo, com aqueles enormes olhos azuis, e ainda por cima apaixonado por uma moça não tão bonita, Lois Lane, que poderia muito bem ser eu, Clara Lúcia! Era exatamente isso que eu ficava imaginando: o Superman vindo me resgatar das histórias que imaginava e ficava falando sozinha no meu universo pré-adolescente ou adolescente, não sei.

Outro que eu era apaixonada e não perdia um dia sequer quando passava na TV: Speed Racer. Gente, como eu amava aquele desenho! Um carro que andava até debaixo dágua, que só apertando um botão ele também voava, triturava pedras e não sofria nenhum arranhãozinho... ahhhh, que sonho!
Go, Speed Racer, go Speed Racer, go Speed Racer, go!!!
Minha paixão era pelo carro, Mach 5, e não pelo mocinho que dirigia o carro. Me lembro perfeitamento tudo o que o carro fazia, por onde andava, os botões mágicos que o transformavam em tudo, e o mocinho eu torcia para que ficasse com a mocinha da história. Será que era assim mesmo? Sabe que não me lembro tanto assim? Mas do carro... ahhh, eu queria e quero um pra mim!




Minha paixão por carros começou com esses desenhos de carros, de corridas... que eu, ainda pequena, assistia e amava. Penélope Charmosa, que apesar de achá-la um pouco chatinha, enjoadinha, sempre se dava bem. O que eu gostava mesmo era do carro cor de rosa e de todos os carros que corriam naquela Corrida Maluca. Carros, sempre carros!


Queria um carro desse, conversível e rosa! Amava!


sexta-feira, 27 de abril de 2012

O que assistimos na TV de hoje?

A TV aberta está um caos! Isso é fato!

Há um tempo atrás, minha filha me chamou para me mostrar esse "Pânico". Bem, se for comédia, tá ótimo, já gostei! Aí começou e ela ria e olhava para minha cara... E eu olhava para a cara dela sem entender:

- Como você consegue rir disso? Tá louca? - perguntei.

- Mãe, eles são muito engraçados! - ela respondeu ainda rindo.

- Então vai lá, deixa eles te humilharem para todo mundo ficar rindo de você depois. Vai lá! - falei séria e ela ficou com medo, pois rio de tudo, e essa porcaria, odiei.

Ela não me respondeu, pensou, e não a vi mais assistir essa bosta!

Depois colocamos TV a cabo e agora quase não assistimos TV aberta. Que ótimo!

Vou colocar uns vídeos aqui, para relembrar o que nós assistíamos anos atrás. E vocês deduzem a diferença.

Ronald Golias e a família Trapo.

Os trapalhões - Os quatro!

TV Pirata - Barbosa...

Sai de Baixo - Caco Antibes & Cia

Chico Anysio - Alberto Roberto.... "Não garavo!"


E aí, se divertiram um pouco?

Um ótimo fim de semana!!!

quarta-feira, 21 de março de 2012

Anos 80

Quem teve a infância ou a adolescência nos anos 80 vai se lembrar do que vou mostrar.

Clique na imagem para ampliá-la

Tantas coisas para se lembrar...

O famoso cocktail de camarão, o Hi Fi com Fanta e vodka, os relógios coloridos que eu amava... Ombreiras monstruosas... Eu usei e era metida! Eu tinha uma roupa bem parecida com essa do mosaico, a última do lado direito, verde, curta e com ombreiras.

Michael Jackson, Madona, John Travolta, Menudos... ah, os Menudos - não era tão empolgada com eles não; acho que porque era mais velha que eles. Peter Frampton cachinhos de ouro, minha primeira paixão por um ídolo.

Depois me apaixonei por academias, polainas, campeonatos de aeróbica... e fui estudar Educação Física. Amei! Mas infelizmente, não segui carreira. Coisas que nos acontecem, que não têm explicação. Nem tudo podemos ter, ou podemos, não sei. Não importa!

O que importa é termos boas lembranças. Tempos de juventude destemida e desbravadora, ousada, arredia, tempo dos caras-pintadas e o fim de Collor. Lembram disso? E da Zélia Cardoso de Melo? Mas foi no começo dos anos 90. E do quase presidente Tancredo Neves - voltando aos anos 80? Diretas já! Morreu antes de colocar a faixa no peito. Mistério até hoje. Também tempo das corrupções, escândalos... Eu me pergunto: onde estão aqueles que lutavam por um ideal comum? Onde foram parar? Ainda lutam pelo quê?

Também me lembro dos primeiros computadores de mesa, da rede online discada, que toda hora caía e o chefe dava a maior bronca. Já fui responsável por CPD (Central de Processamento de Dados) numa empresa. Ajudei a implantar e elaborar tudo. Imagina eu, que sou super curiosa, se amei isso?

Tempos de namoros ardentes, paixões eternas, beijos escondidos e nada mais - o mais, só para as mais ousadas. Tempo de brincadeiras dançantes na garagem de casa, com músicas lentas, dançando coladinhos... As meninas todas encostadas na  parede e os meninos escolhiam quem chamar para dançar. Romântico demais... Acho que era final dos anos 70 e começo dos 80.

E os namoros nos carros? Gente, isto podia naquela época, em ruas afastadas, escuras... hoje, nem pensar!

Bons tempos que temos para recordar.

O que vocês lembram dessa época? Me conta?


Acho que nada marcou mais do a novela Dancing Days, com Sônia Braga com aquele top minúsculo, dançando livre, leve, solta!

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Peito, bunda, fama...

Martha Rocha, nossa primeira miss Brasil, e duas polegadas a mais nos quadris que deram a ela o segundo lugar no concurso de miss Universo em 1954.


Tá certo que as mulheres têm muito mais liberdade hoje em dia do que no século passado.
Estão se igualando ao homem, o que eu acho uma besteira, e estão se sentindo e achando que estão podendo tudo.
Como tudo começou não me lembro e nem vou pesquisar. O tema hoje é a apelação de algumas mulheres em querer ser famosas a qualquer custo, pelo corpo.
Antes, o glamour era em ser miss, mas a mulher precisava ter um certo carisma, uma certa cultura para poder representar muito bem o país. Depois, modelos, que agora estão todas esqueléticas e anoréxica. Não entendo como alguém começou com essa moda de mulher esqueleto linda, com cara de morta, mulher cabide. Bem, até aí tudo bem, cada um faz o que quer do corpo.
Mas vamos à mídia agora. Mulher fruta, mulher tora, mulher perigueti, mulher ex-BBB, mulher objeto.
É tanta bunda, tanto silicone, tanto botox que eu tenho a impressão que sou de outro mundo quando fico olhando essas "beldades" desfilarem por aí, se achando o máximo. Mas não sou eu que tenho que achar o máximo, né? São os homens, a mídia, elas mesmas e não tenho nada com a vida delas.
Mulher "fake", mulher "fast-food", mulher midiática, que sempre posa para fotos, de costas, mostrando a bunda... O resto é só um detalhe.
Silicone nos peitos, na bunda, na panturrilha, na boca, nas bochechas, lipoaspiração...
Tudo muito exagerado. E o pior, são só isso que algumas são, um corpo ocupando um espaço na mídia. Um corpo perfeitamente deformado.
Para que serve a mulher mesmo? Para quê lutaram tanto para ter independência mesmo?
Não sei, mas quando vejo alguma situação constrangedora na TV me lembro daqueles filmes dos anos 70/80, as pornochanchadas, em que sempre aparecia alguma mulher nua, porque se não fosse assim, o filme não fazia sucesso.
Mas eram filmes e as mulheres, atrizes.
E hoje, o que a mulher realmente quer? Aparecer na TV e não importa como? Ser objeto de desejo por um corpo todo fabricado e montado? Será que isso é autoestima? Corpo perfeito = mulher feliz?
E quanto mais são faladas, citadas, mais polêmicas causam, mais "famosas" ficam. E esse tipo de "informação" é o que o povo está lendo no momento.
Agora, qualquer evento, qualquer "festinha" e já promovem a "musa" de não sei o quê. Musa da laje, musa do futebol, musa do UFC, musa do carnaval... Quer dizer, mulher troféu, com bundas empinadas, caras e bocas, com roupas cada vez mais curtas e justas. E saltos cada vez mais altos. É a moda!
A tecnologia é fantástica e avança a passos largos, por todos os campos.
Mas e a educação? Os bons costumes, o respeito, a ética? Onde estão?
Por que alguns seres humanos têm tanta necessidade assim de serem notados? Que sentimento é esse?
Para quê serve a mulher mesmo? Lutaram tanto para quê mesmo?
Alguns vão falar que é a liberdade... Mas para mim liberdade é ter opinião própria e expressá-la em qualquer lugar, além de poder mudar de ideia se assim achar conveniente. Essa liberdade de que alguns vão falar, não é liberdade, pois essas mulheres que se sujeitam a esse tipo de situação, estão presas nos conceitos do que é belo hoje, dos padrões que alguns dizem que sãos os ideais, em seguir uma moda que tem que mudar o corpo e não apenas uma vestimenta. Aliás, vestimenta é o que menos importa hoje em dia, já que as roupas estão sumindo nos corpos delas.
Eu sinto vergonha!

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Nosso Lar


Nosso Lar
Escrito por Chico Xavier / André Luiz

Nosso Lar é um dos livros psicografados pelo médium brasileiro Chico Xavier Clássico da literatura espírita brasileira, Nosso lar é um romance que versa sobre os primeiros anos do médico André Luiz após sua morte, numa "colônia espiritual", espécie de cidade onde se reúnem espíritos para aprender e trabalhar entre uma encarnação e outra. O romance levanta questões acerca do sentido do trabalho justo e dignificante e da Lei de Causa e Efeito a que todos os espíritos, segundo o espiritismo, estariam submetidos.

Assisti e fiquei emocionada demais.
Sou católica, mas também acredito na vida após a morte e as consequências que carregamos durante nossa estadia aqui na Terra para um outro plano. Acredito nesse outro plano espiritual.
Acho que é muito pouco Deus ter nos criado e acabarmos assim com a morte.
O filme é muito lindo, com uma mensagem ótima e eu sou suspeita de falar, porque sou chorona mesmo, me emociono muito fácil.
Uma parte que me emocionou muito foi quando o espírito de André volta para ver sua família e encontra a mulher casada com outro, que no momento está doente,  e ele unge a água que o marido vai beber e fica curado. Isso é amor.
Agora, falando sobre nossa vida aqui, agora, o que mais uma vez me fez crer é que a vida e muito breve e o que levamos realmente é o que sentimos e o que acumulamos durante toda a vida.
Conheço muitas pessoas que ficam muito preocupadas com o fim da vida, vivendo de acordo com os ensinamentos de Deus, temerosos por um castigo etc. Mas se somos humanos e imperfeitos, todos nós vamos pagar pelos nossos pecados, todos somos pecadores, então não tem sentido esse medo todo.
Se esquecem de viver a vida que tem hoje, agora, e se privam de prazeres que temos, que podemos ter e proporcionar aos outros por medo do que diz a Bíblia.
E outros que passam a vida toda com mágoa, rancor, inveja, perseguição, vingança e no final sofre as consequências de todos esses sentimentos.
É difícil entender por esse ponto. Eu sou instigante mesmo, pergunto o que não entendo e isso incomoda a quem está acostumado a seguir normas impostas por seres humanos tão pecadores quanto eu.
Gosto da religião católica, me sinto bem na igreja, creio nos santos e sou devota de Nossa Senhora Aparecida que sei que me acompanha desde sempre, mesmo sem ter noção de religião durante a infância.
Me casei na igreja, meus filhos foram batizados e  fizeram a primeira comunhão e crisma, mas fui fazer a primeira comunhão quando tinha 40 anos. E achei ótimo isso.
Não concordo com certas regras que a igreja impõe, mas não sou eu que vou discutir isso ou mudar algo.
Voltando ao filme...
Acredito que seja daquele jeito mesmo, apesar de muitos dizerem que o céu é aquela coisa monótona, com roupas brancas esvoaçantes e todos sem ter o que fazer. Mas o filme mostra que há muito trabalho, sempre em ajudar os outros espíritos menos evoluídos.
Numa entrevista que vi do Chico Xavier, já faz tempo, me lembro de uma frase: "As pessoas podem até me prejudicar, me matar, mas isso aqui é só o corpo, minha alma eles não matam".
Outra cena que chorei foi quando uma senhora foi reencarnar para ser mãe de sua neta que acabara de desencarnar e precisava de ajuda.
Eu penso, tantas pessoas que conhecemos e que parecem que já conhecemos de outras vidas, será que foram de vidas passadas que conhecemos?
Uma vez tive um sonho, desses que parecem realidade, que uma grande amiga minha, mais velha, que me ajudou muito numa fase bem difícil de minha vida, era minha mãe. Eu a via como minha mãe e foi à partir daí que comecei a considerá-la como se fosse mesmo minha segunda mãe.
Parece que ela apareceu do nada, me salvou da catástrofe que eu estava passando e ficou ao meu lado. E até hoje é assim, eu preciso, ela me acode, ela precisa e eu sempre estou aqui. Como mãe e filha mesmo.
Agora, o que eu não imaginava... Quando era criança, eu brincava na casa de uma tia que era também vizinha, que tinha um quintal imenso e no fundo do quintal tinha um pequeno campo de futebol e brincávamos de bola. E às vezes a bola ia parar no quintal de um outro vizinho, um senhor muito bravo que pegava nossa bola e não devolvia. Voltávamos chorando para casa. Depois, quando conheci essa minha mãe número dois, um dia andando por aquela rua de minha infância, ela me mostrou a casa onde morava... Era aquela casa e o senhor bravo era o pai dela... Quer dizer, desde sempre ela esteve perto de mim e só quando eu tinha quase quarenta anos é que fomos nos encontrar e formar esse laço.
Coisas do destino, do acaso? Não acredito em coincidências, tudo tem um propósito para acontecer.
Repito sempre e sempre vou repetir: TENHO SORTE, MUITA SORTE!
Independente de religião, de acreditar ou não, o filme é bom, vale a pena assistir e se tiver um pouco de sensibilidade, chore!
É bom saber que a vida não termina com a morte do corpo, que podemos viver bem por aqui, com tudo que temos direito, sem medo, mas dentro de regras, normas e condutas, mas que um dia vamos abandonar tudo e ir somente espírito para outro plano. E quem sabe até reencarnar, nessa mesma família, e começar tudo de novo, para aprender mais um pouco, ajudar quem precisa, perdoar, perdoar, perdoar...

sábado, 15 de outubro de 2011

Giu

Dá até um nervoso ficar olhando esses olhos....

É assim como o chamamos: Giu de Giuseppe Oristanio.
Tudo começou há quase um ano, no blog dele - que eu indico vocês a conhecerem e se divertirem - eu, muito topetuda, fui visitar e como sempre deixei minha marquinha e nunca mais saí de lá. Todo santo dia tô eu comentando, rindo, brincando, sendo bem atrevida mesmo, intrometida, metida, xereta, mas muito bem recebida por todos que lá também frequentam.
E foi nesse quase um ano com meus topetes deixados lá que esse doce de pessoa, o Giu, começou a me instigar a abrir um blog e escrever... Oi??? Como assim escrever? Escrever o quê?
Fiquei um bom tempo pensando no assunto, muito assustada, mas escrever é uma coisa que eu sempre gostei, então criei coragem e abri esse lindinho aqui que vocês estão lendo.
Amei...
Nem sabia que tinha tanta capacidade e tanto assunto para falar, mas até agora creio eu que está dando tudo certo.
Bom, voltando ao Giu, é claro que o primeiro post foi sobre ele.
E completando, o Giu é gente da gente, ótima pessoa, educadérrimo, e como ele mesmo se define, um trabalhador. E realmente um encanto de pessoa, uma delícia...
E hoje é aniversário dele, e nada mais justo do que fazer esta homenagem ao culpado de tudo isto aqui.

Giu, meu querido amigo virtual, eu poderia dizer tudo o que todo mundo diz e em dobro, mas eu lhe desejo felicidade, seja feliz, sorria, viva de bem com a vida, que cada dia você tenha mais um tanto de motivos só para sorrir e compartilhar, de coração aberto, amor incondicional e muitos abraços apertados, daqueles de italianos que são inesquecíveis...
Seu melhor momento é agora, sua vida é hoje, sua alegria é para já, e meu agradecimento é eterno!
Beijos, meu ator lindo!

Jabá...


Doidas e Santas
Giuseppe Oristanio, Cissa Guimarães e Josie Antelo
Teatro Vanucci - Shopping da Gávea.

Mais de 300 apresentações, um sucesso!

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Minha primeira paixão chique

O Balé Quebra-Nozes

Tchaikovsky
Ato I
O balé conta  as aventuras de um quebra-nozes de aparência humana, vestido como um soldado, mas que tem as pernas e a cabeça de tamanho desmensurado.

A protagonista, Clara, gostava tanto da sua aparência que o pediu como presente de Natal ao seu padrinho. Assim, o padrinho Herr Dosslmeyer, fabricante de relógios, disse: "Era precisamente para ti". Logo em seguida, Clara experimenta-o e vê que ele quebra as nozes sempre sem perder o seu sorriso e também com grande eficácia. Seu irmão Fritz, que tinha visto o funcionamento do quebra-nozes, também quis usá-lo, mas escolhe as nozes maiores que havia no cesto. Então, o quebra-nozes, sendo usado grosseiramente pelo irmão dela, acaba tendo um de seus braços quebrado.

Diante das reclamações da pobre Clara, seu pai, o juiz Stahlbaun, entrega à filha o seu quebra-nozes como propriedade exclusiva, tendo Fritz que sair para brincar com os seus brinquedos.

Logo em seguida, Clara pega no chão o braço de quebra-nozes e o consola, abraçando-o até que ele durma, e ela mesma também acaba dormindo.

Clara então sonha que volta ao esconderijo onde havia colocado o seu quebra-nozes, mas encontra o salão cheio de ratazanas enormes que o seu padrinho Dosselmeyer criou. A casa desapareceu e no lugar onde ficavam os móveis estavam árvores gigantescas.

Não foi só isso que mudou: o Quebra-Nozes de Clara agora é um soldado de carne e osso e que tem às suas ordens um pelotão de soldados como ele.

Começa uma batalha entre as ratazanas e o pelotão do Quebra-Nozes. Jogando enormes sapatos até às ratazanas, os soldados vencem a batalha, e com isso o rei das ratazanas e seu exército fogem rapidamente.

O bosque se transforma numa linda estufa de inverno e o Quebra-Nozes transforma-se num lindo príncipe, que leva Clara até o Reino das Neves, onde a apresenta ao rei e à rainha. Fim do 1º Ato

Ato II

Clara e o príncipe Quebra-Nozes despedem-se e seguem para o Reino dos Doces pelo Caminho da Limonada, onde pastéis de todos os reinos do mundo dançam com os dois.

Depois desse sonho tão mágico e fantástico, Clara acorda e percebe que havia sonhado, e fica triste por isso. Assim, vai se despedir do padrinho mago, que tinha ido para casa na companhia do sobrinho. Então, para surpresa de Clara, o tal sobrinho é na verdade o príncipe Quebra-Nozes. Assim acaba o 2º Ato.

Link wiki...



Agora lendo a história do Quebra-Nozes é que me dou conta... Tá explicado então!
Eu digo que sou uma pobre metida e com bom gosto.
Não me recordo precisamente quando foi, mas acho que tinha uns treze, quatorze anos, já estudava à noite e já trabalhava de dia, cheguei da escola, liguei a TV e estava passando este espetáculo. Só tive tempo de sentar no sofá e ficar "estátua", até o balé acabar, completamente fascinada, quase sem piscar.
Que coisa mais linda.. E me lembro que terminou bem tarde, mas fiquei ali sem nenhum sono e sabendo que no outro dia teria que acordar bem cedo novamente.
Foi paixão à primeira vista.
Depois disso, apesar de pouca ferramenta para pesquisa, comecei vez ou outra, ouvir obras de ópera. Tá certo que não me recordo de nenhum nome, mas para mim isso é irrelevante. Não quero me tornar especialista, nem entender o que dizem e nem escrever à respeito.
Só gosto muito. Ópera, tenores e tudo ligado a isso. Sou péssima para guardar nomes, mas me lembro do que vi, gostei e se ver de novo, vou me lembrar que já vi.
Gosto refinado? Não sei! Contando que minha família é bem simples, sertaneja de raiz, caipira do interior e eu sempre gostar desse tipo de música... Não sei explicar.
Acho que sem entender nada, mas sentindo tudo o que se passa... Talvez isso que eles queiram passar. Eu entendo tudo, do meu jeito, no meu tempo, com muita emoção, de coração aberto e às vezes com lágrimas nos olhos.
Pobre metida a ter bom gosto!

domingo, 11 de setembro de 2011

11 de Setembro


O que você estava fazendo naquele dia? O mundo parou estupefado diante do terrorismo...
Eu estava em minha casa, TV desligada e meu pai entra correndo e já vai ligando a TV e dizendo:
- Você viu? Um avião bateu num prédio nos Estados Unidos!
- Nossa, é mesmo?
Sentamos os dois para ver e foi quando o segundo avião bateu...
- Olha lá - disse meu pai - estão reprisando toda hora!
- Não, pai, é outro avião que se chocou com o outro prédio!
- É mesmo? Nossa!
E ficamos os dois ali assistindo tudo, depois chegou minha mãe e ficamos os três imóveis vendo aquele horror todo. Nem parecia realidade e chegamos a ficar com medo de acontecer o mesmo em todos os lugares.
Um horror! É só isso que conseguimos sentir naquela hora.

Está aqui um link de um blog de um amigo de um amigo meu, Kiko Victória, que é engenheiro, e que conta que tudo não passou de uma farsa... Um horror!
Pra quem quiser ver com os próprios olhos toda essa sujeira clique aqui
Vocês acreditam que mataram o Bin Laden? Eu não!

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Eu prometi...

Eu queria entender por que, de vez em quando, a gente escorrega e faz o que tinha prometido não fazer mais?
Eu estava zapeando pelos canais e fiquei um tempinho em um de filmes... E o filme era "O olho do mal". Suspense e terror. Pronto, tinha tudo pra eu nem ver e mudar o canal o mais rápido possível.
Mas o que a pessoa faz? Fica ali, olhando, vidrada, esperando o que vai acontecer.
Gente, o que acontece num filme de suspense e terror? História de amor?
O filme é sobre uma moça que faz um transplante de córnea e que depois da operação começa a ver os mortos. Ela sempre é acordada à 1:06h e vê vultos, gente morta pela casa, pelo corredor, ouve gritos, pedidos de socorro...
Custava eu ter mudado o canal? Sim, custava, porque a pessoa é teimosa, acha que não tem nada demais e tudo vai por água abaixo. Quer dizer, meu sossego, meu sono, minha tranquilidade e minha mente limpa.
Desde que assisti (já faz um tempão) "Sexta feira 13 e Pesadelo", tinha jurado nunca mais assistir filme de terror. Não cumpri e um tempo depois assisti "O sexto sentido". Pronto, foi a gota d'água.
Nunca mais assisto ou passo perto de filme de terror.
No filme "Pesadelo" eu fiquei uma semana sem dormir. E com luz acesa e rádio ligado. E nem podia comentar com a família...
Daí veio o "O sexto sentido". Pronto, todo o drama de novo.
Que agonia, meu Deus, por que fui assistir até o fim... E tem o pior de tudo, eu assisti duas vezes. Burra!
Agora esse "O olho do mal". Claro que não assisti tudo, mas e agora? Como eu apago essas imagens da cabeça?
E como todo bom filme de terror, é sempre à noite, ninguém por perto, andam devagar sem fazer barulho e de repente aparece o morto, e pra completar tem aquela maldita música (?).
Uma cena que vi a menina sai pelo corredor, à noite é claro, e ninguém por perto, é claro, caminha até o elevador, bem devagar, sem fazer barulho, entra no elevador e começa a ver o defunto flutuando vindo em sua direção. Ah gente!
Já assisti desenho, comédia, ouvi música, mexi no computador, mas a imagem tá lá guardadinha na minha memória pra quando eu for me deitar ela me acompanhar pela noite adentro.
Ô cabeça!
E com essa insônia que eu tenho - aliás ultimamente eu tenho dormido muito bem - que me atormenta tanto e a tapada aqui acaba estragando tudo.
Eu confesso que numa hora dessa é que a gente pensa o quanto é ruim dormir sozinha.
Eu não penso em me casar de novo, muito menos em morar com outra pessoa, mas agora estou com medo... de verdade!
Será que tem alguém aí, que segura a minha mão até eu dormir?
Hoje eu estou precisando.

domingo, 7 de agosto de 2011

Gafanhoto

Kung Fu foi uma série de televisão estrelada por David Carradine, em 1972/1975.
No filme é mostrado o aprendizado do monge Shaolin Kwai Chang Caine. Quando um de seus mestres favoritos (Mestre Po, um ancião cego e que apelidou Caine de gafanhoto) é assassinado, Caine se vinga e mata o assassino. Depois foge para a América do velho oeste. Caine tem sua cabeça posta à prêmio pelo império Chinês, o que obriga a estar sempre fugindo, de cidade em cidade, como o típico justiceiro solitário. Só que Caine não usa armas de fogo nem cavalo, se defendendo apenas com o Kung Fu. Intercalada às histórias do presente, mostram-se flash backs que contam os aprendizados dados por Mestre Po e Mestre Kahn à Caine, no templo Shaolin, sendo esta a maior novidade da série.



Esta série sempre passava à noite. Tá aí uma coisa boa de minha infância... Não assistíamos novelas e sim os seriados dos outros canais. Me lembro de muitos que aos poucos vou colocando aqui. 
Kung Fu eu adorava também. Meu tio ficava chamando todo mundo de gafanhoto. 
Saudades boas!

domingo, 31 de julho de 2011

Mais séries pra recordar....

Jeannie é um Gênio foi uma série de tv transmitida de 1965 a 1970, criada por Sidney Sheldon.
O então capitão Anthony Nelson cai acidentalmente numa ilha, onde encontra uma misteriosa garrafa que era nada mais, nada menos do que a morada de uma moça chamada Jeannie, que é um gênio das histórias das Mil e Uma Noites.
No final os dois se apaixonam e se casam e a vida de Major Nelson vira um caos.
Bárbara Eden - Jeannie
Larry Hagman - Major Anthony Nelson.








Jeannie... quem não gostaria de ter os poderes de um gênio? Que sorte do Major Nelson.






Olha Jeannie e Major Nelson na terceira idade...







E olhe também Larry Hagman na série Dallas, alguém se lembra?
Série criada por David Jacobs, de 1978 e 1991.
Dallas encerrou a era "disco" dos anos 70, passou por uma inteira geração 1980, conhecida como a década do "eu", retratando o glamour, o poder e a riqueza da alta-sociedade americana, até chegar no início de uma era de computadores e telefones celulares do início dos anos 90.







 Lá está J.R. (o primeiro do lado esquerdo), poderoso do petróleo em Texas.






A Mulher Maravilha é uma super heroína de histórias em quadrinhos e desenhos animados da DC Comics. Ela é a princesa de Themyscira , filha da rainha das amazonas, Hipólita. Sua mãe a criou a partir de uma imagem de barro, à qual cinco deusas do Olimpo deram vida e presentearam com superpoderes. Tornou-se integrante da Liga da Justiça, assim como Superman e Batman. Ela foi a primeira heroína a ser criada, em 1941, pela DC Comics.
Na década de 1970 a personagem foi interpretada por Lynda Carter. Hoje quem foi escolhida recentemente foi Adrianne Palicki pra ser a nova protagonista da série.




Lynda Carter... continua linda.
Quem não queria ter poderes de Mulher Maravilha, que levante a mão!





Karate Kid - A Hora da Verdade é um filme norte-americano de 1984 do diretor John G.Avildsen.
Conta a história de um jovem lutador que deseja aprender Karate Kid, e pra isso convence um experiente mestre a lhe dar aulas, que acabam por transformar-se em lições de vida.

Ralph Macchio - Daniel Larusso (Daniel Sam)
Pat Morita - Senhor Miyagi
Elisabeth Shue - Ali Mills






Senhor Myagi e Daniel Sam.













 Daniel Sam, já maduro e lindo...

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Mulherão

Este texto estou compartilhando com a querida Martika Victor



Uma Mulher inteligente falando dos homens...

 ... Minha amiga, se você acha que homem dá muito trabalho, case-se com  uma mulher e aí você vai ver o que é mau humor !

 ... por Fernanda Montenegro

  O modo de vida, os novos costumes e o desrespeito à natureza tem  afetado a sobrevivência de vários seres e entre os mais ameaçados está o macho da espécie humana.

 Tive apenas 1 exemplar em casa, que mantive com muito zelo e dedicação num casamento que durou 56 anos de muito amor e companheirismo, (1952-2008) mas, na verdade acredito que era ele quem também me mantinha firme no relacionamento. Portanto,  por uma questão de auto-sobrevivência, lanço a campanha ’Salvem os Homens!’ Tomem aqui os meus poucos conhecimentos em fisiologia da masculinidade  a fim de que preservemos os raros e preciosos exemplares que ainda  restam:

 1. Habitat
 Homem não pode ser mantido em cativeiro.
Se for engaiolado, fugirá ou morrerá por dentro.
Não há corrente que os prenda e os que se submetem à jaula perdem o seu DNA.
Você jamais terá a posse ou a propriedade de um homem, o que vai prendê-lo a você é uma linha frágil que precisa ser reforçada diariamente, com dedicação, atenção, carinho e amor.

 2. Alimentação correta
 Ninguém vive de vento. Homem vive de carinho, comida e bebida. Dê-lhe em abundância. É coisa de homem, sim, e se ele não receber de você vai pegar de outra. Beijos matinais e um ’eu te amo’ no café da manhã os mantém viçosos, felizes e realizados durante todo o dia. Um abraço diário é como a água para as samambaias. Não o deixe desidratar. Pelo  menos uma vez por mês é necessário, senão obrigatório, servir um prato  especial. Portanto não se faça de dondoca preguiçosa e fresca. Homem não gosta disso. Ele precisa de companheira autêntica, forte e resolutiva.

 3. Carinho
 Também faz parte de seu cardápio – homem mal tratado fica vulnerável a rapidamente interessar-se na rua por quem o trata melhor.
 Se você quer ter a fidelidade e dedicação de um companheiro completo, trate-o muito bem, caso contrário outra o fará e você só saberá quando não houver mais volta .

 4. Respeite a natureza.
 Você não suporta trabalho em casa? Cerveja? Futebol? Pescaria? Amigos? Liberdade?  Carros? Case-se com uma Mulher. Homens são folgados.
 Desarrumam tudo. São durões. Não gostam de telefones. Odeiam discutir a relação. Odeiam shoppings. Enfim, se quiser viver com um homem, prepare-se para isso. 

5. Não anule sua origem
 O homem sempre foi o macho provedor da família, portanto é típico valorizar negócios, trabalho, dinheiro, finanças, investimentos, empreendimentos. Entenda tudo isso e apoie.

6. Cérebro masculino não é um mito.

 Por insegurança, a maioria dos homens prefere não acreditar na existência do cérebro feminino.
 Por isso, procuram aquelas que fingem não possuí-lo (e algumas realmente não possuem! Também, 7 bilhões de neurônios a menos).
 Então, aguente mais essa: mulher sem cérebro não é mulher, mas um mero objeto de decoração.
 Se você se cansou de colecionar amigos gays e homossexuais delicados, tente se relacionar com um homem de verdade. Alguns vão lhe mostrar que têm mais massa cinzenta do que você.
 Não fuja desses, aprenda com eles e cresça. E não se preocupe, ao contrário do que ocorre com as mulheres, a inteligência não funciona como repelente para os homens.
 Não faça sombra sobre ele...  Se você quiser ser uma grande mulher tenha um grande homem ao seu
 lado, nunca atrás. Assim, quando ele brilhar, você vai pegar um bronzeado. Porém, se ele  estiver atrás, você vai levar um pé-na-bunda.

 Aceite: homens também têm luz própria e não dependem de nós para brilhar.
 A mulher  sábia alimenta os potenciais do parceiro e os utiliza para motivar os próprios. Ela sabe que, preservando e cultivando o seu homem, ela estará salvando a si mesma.

 E minha amiga, se você acha que homem dá muito trabalho, case-se com uma mulher e aí você vai ver o que é mau humor!

 Só tem homem bom quem sabe fazê-lo ser bom!

 Eu fiz a minha parte, por isso meu casamento foi muito bom e consegui fazer o Fernando muito feliz até o último momento de um enfisema que o levou de mim. Eu fui uma grande mulher ao lado dele, sempre.

 Com carinho,
 F. M.


****************************************

Bem, o casamento dela durou 56 anos. Naquele tempo era assim mesmo. Era quase uma mulher "Amélia", que hoje em dia é muito raro. 
O que eu observei é que mais uma vez a mulher "deixa" o homem se achar. Pra nossa sobrevivência, é claro.
Tudo isso é muito lindo, mas tem que ter acima de tudo o respeito seguido do amor. Sem estes dois itens, nada funciona. E também cumplicidade, afinidade e admiração, que é essencial pra uma vida a dois.
Um exemplo de mulher!

domingo, 10 de julho de 2011

Domingo.....

Não me resta outra coisa a fazer senão rir muito, rir até chorar....



Lady Kate....



Bom domingo à todos!!!

domingo, 3 de julho de 2011

Boa noite John Boy!

Saudades!!!!
Os Waltons


Pena que eu não achei o vídeo dublado...
Quem se lembra deles? Eu assistia! Saudades de minha infância... Boa noite, John Boy! Boa Noite Mary Hellen...
Uma família rural americana, constituída do casal John e Olivia Walton, seus sete filhos e os pais de John, Zebulon "Zeb" Tyler e Esther Walton, se esforça para viver decentemente durante as crises advindas da Grande Depressão e da Segunda Guerra Mundial.
A história da família é contada sob o ponto de vista de John Boy, o filho mais velho que aspira se tornar jornalista e novelista. John Walton e seu pai trabalham numa serraria, ajudados pelos filhos. Ocasionalmente, estranhos precisam de ajuda da hospitaleira família dos Walton. A montanha é habitada por numerosos personagens folclóricos, tais como as irmãs Baldwin, que fabricam um tipo de aguardente muito apreciado pelos homens da comunidade, o casal dono do armazém e correio Ike e Cora Beth Godsey (Uma distante prima, fantasia ser uma refinada dama da sociedade); xerife Ep Bridges; Verdie Foster (uma trabalhadora mulher negra); e o ladrão de galinhas Yancy Tucker.
Na famosa cena que aparece no final de todos os episódios, a casa da família é mostrada com as luzes apagadas durante o anoitecer, menos uma janela no andar superior. Ouve-se brevemente as vozes de dois ou mais personagens, comentado na maioria das vezes de forma bem-humorada os fatos narrados no episódio. E então todos eles dão "boa noite".
Veja o link:  aqui

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Olha o passarinho...

Programa Marília Gabriela entrevista - GNT
Convidados: os fotógrafos Miro e Trípoli.

Primeiro eu quero expressar que sou fã de Marília, da forma como conduz o programa e de sua inteligência e carisma.
Primeiro ela entrevista os 2 juntos e depois separados e no final juntos de novo. Eu os conhecia só de nome e de fama, mas adorei conhecê-los melhor.
Miro, quem diria, apesar de toda a fama, um homem de poucas palavras e tímido. Nasceu em Bebedouro e nem soube explicar como chegou a ser famoso como é. Se acha chato e que se a esposa dele já teria de separado. É quase insuportável.
E uma coisa interessante que disse, por isso estou aqui escrevendo, ele quase não tem fotos de sua pessoa ou das pessoas que convive. Engraçado isso.
A explicação dele é que prefere observar os detalhes, os gestos do que fotografar. Quer dizer, ele tem memória fotográfica só dele. Ele se lembra de detalhes, de gestos, de momentos que ninguém sabe, somente ele. Fantástico isso.
E que também não gosta de se fotografar. Aleluia! Eu também não. Odeio fotos minhas.
Me dá a impressão que não sou eu na foto. Pode aparecer quem for e achar que ficou ótimo, que fiquei bem, etc. Não acredito. Não é o que eu vejo. Não me vejo na foto. Não vejo minha essência no papel. Eu sou muito mais do que a foto mostra.
Já tentaram me confortar dizendo que a foto é uma representação da pessoa... Mas não me convence. Eu tenho vontade de rasgar todas, todas!
Se quer me ver, me veja pessoalmente, que sou muito mais interessante.
É difícil explicar... Muitos acham que é frescura minha. Mas é assim que eu me sinto. Não sou fotogênica e ponto final.
Agora o Trípoli tem toda aquela fama que muitos que acompanham a mídia sabem. Mas como ele mesmo disse: "Eu fotografo mulheres lindíssimas, mas apagou a luz, desligou a música, acabou, vida normal."
Sempre extrovertido, muito bem humorado, sua fama era de ter uma cama ao lado do estúdio. Isso é só fama! É casado a 20 anos com uma mulher belíssima.
Outra coisa interessante que ele disse foi que não vai mais a desfiles de moda.
"As mulheres são perfeitos cadáveres, parece que tiraram as adolescentes do necrotério e colocaram na passarela. Mulher brasileira não é isso... Mulher brasileira tem curvas, tem cor, sem saúde. Qual a graça de colocar uma menina linda desfilando e não a ver dando um sorriso, um olhar, um charme? Pra que então?"
Perfeita colocação, eu achei!
Não entendo nada de moda, nem de desfiles, nem de fotos, mas o bonito é bonito e o bizarro é estranho.
Modelos de passarela são estranhas, são andróginas, são cabides... Tão magras que parecem que têm braços nos lugares das pernas. Por que não mudam essa insistência de que modelo tem que ser cadáver?
Eu gostei da entrevista e queria dar minha opinião.
São profissionais talentosíssimos e brasileiros, graças à Deus!
Trípoli, sempre sorrindo.

Miro, uma das pouquíssimas fotos no Google. Sério e tímido.

domingo, 26 de junho de 2011

Eterno

Dois anos já se passaram... mas parece que foi ontem. Aconteceu, realmente aconteceu. Ele se foi. Difícil acreditar... ídolos deveriam ser eternos. E são... em nossos corações.
Eu sou fã... sou da geração dele, acompanhei desde o início. E também tentei sem sucesso o moonwalk. Quem da geração de 80 não tentou?
Agora, uma opinião minha: eu não acredito que ele tenha feito tanta coisa ruim como diz a mídia. Isso foi pura estratégia de marketing de gente inimiga. Mesmo cercado de seguranças, conseguiram atingi-lo de forma brutal através do que ele mais gostava e do que ele nunca conseguiu ser... criança. Ele era uma criança grande, crescida, amadurecida, julgada e condenada. Se afastou por anos mas não deixou de ser amado.
É o preço que teve que pagar por ser extremamente talentoso, carismático, genial e único. É o preço por comportar tanto amor de gente que ele nem sabia da existência. Sabia que estavam todos lá mas não sabia quem eram e quantos eram.
O mundo a seus pés.
O amor a seus pés.
A fama a seus pés.
A tristeza a seus pés.
A solidão a seus pés.
A morte á seus pés.
Nessa hora, a hora da morte, mostrou pra todo mundo que também era humano e simplesmente se foi. Sem volta! Pena, saudades... imortal...

domingo, 17 de abril de 2011

O gordo e o magro

Stan Laurel ( 1890-1965)
Oliver Hardy ( 1892-1957)
Ficaram famosos como dupla nas décadas de 1920/1930 e fizeram juntos 106 filmes.

Fonte: clique aqui

Quem não teve a oportunidade de conhecer, vá já pro Youtube e procure. Veja todos!

Tipo de humor eterno, simples, ingênuo, delicioso...
Na minha infância e até hoje quando assisto dou boas gargalhadas. Se bem que não sirvo muito de base não... Falou que é comédia já começo a rir antes de começar o filme. A ingenuidade deles é fantástica - o que falta pra muitos humoristas dos tempos atuais. Mas essa concepção gordo e magro faz sucesso. Veja o caso de Leandro Hassum e Marcius Mellen, fantásticos também.




E pra exibir meus dons artísticos, um desenho que fiz em 1985 com a técnica carvão.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Menino mau!



Paulinho Vilhena Cospe na cara de Rafael Cortez do CQC...

Vamos combinar? Quem está errado?
De um lado um ator famoso, global, que parece ter tpm o mês inteiro e que se acha de vez em quando.
De outro Rafael Cortez, gato, sub-humorista, repórter de um programa até bom, mas que exagera de vez em quando.
Se fosse entrevistar uma pessoa comum, um corretor da bolsa de valores, por ex., ele responderia a pergunta como? Final de expediente, talvez mandasse o Rafael a PQP! Ok, dia cheio, cabeça quente, nervoso...
Mas como é um famoso... Talvez todos nós pensamos que por ser famoso tem que mostrar o piano pra todo mundo. Tá certo que não precisa ser tão antipático assim... Mas se não quer responder, não responda... Peça licença e saia pela esquerda.
Mas aí o drama: 'é famoso e antipático', esse rótulo ele carrega na cara.
De todo o jeito ia ser criticado, por responder com um baita de um mau humor ou por não responder de jeito nenhum.
Ele não me perguntou mas poderia dar uma desculpa com um sorriso, um já volto, agora não, depois... Ou então responder com uma outra pergunta bem cabeluda... De deixar o entrevistador vermelho e sem graça. Pronto!
E Rafael Cortez, por sua vez todo lindo está no seu trabalho, é sua  profissão fazer perguntas idiotas. Se não faz perde a vez e leva bronca e até rasguem o seu contrato. Se trabalha como tem que ser é um idiota, um imbecil, odiado por muitos que fogem dele e dos outros do programa como o diabo foge da cruz.
Eu gosto do CQC, assisto de vez em quando e acho que eles exageram...
São talentosos, pensam rápido sem dar tempo pra pessoa pensar na resposta ou não saber o que responder. Pule a pergunta, oras! Vá pra próxima se tiver...
Também acho que não existe pergunta indiscreta... Responde quem quer... As respostas é que podem ser indiscretas. Eles fazem a pergunta que querem, quem não quiser responder, não responda!
Mas não precisam ser tão antipáticos assim.
Cuspir na cara do outro é muita humilhação, pegou muiiiiiiito mal.
Paulinho Vilhena, viva com isso agora, ator!

segunda-feira, 21 de março de 2011

Conflito de valores

João Carlos Martins X Bruna Surfistinha

Sábado, programa Altas Horas...
De um lado João Carlos Martins que:
- Aos 8 anos ganhou o primeiro concurso tocando Bach, aos 11, estudava piano durante 6 horas diárias.
Venceu vários concursos mas, num jogo de futebol, aos 26 anos, teve um nervo rompido e perdeu o movimento da mão direita.
Enfrentou vários tratamentos, incluindo cirurgias, recuperou parte dos movimentos mas desenvolveu LER (lesão por esforço repetitivo).
Parou de tocar, mas a paixão falou mais alto e voltou a tocar usando a mão criando um estilo único.
Em um assalto sofreu um golpe na cabeça e perdeu os movimentos da mão novamente. Sentia dores terríveis.
Pensou em parar, mas novamente criou seu estilo de tocar apenas com alguns dedos.
Em 2003, não podendo tocar mais de jeito nenhum, foi convidado a reger. Aos 63 anos estudou para a regência.
Incapaz de segurar a batuta ou virar as páginas, memorizou nota por nota de cada concerto.
Hoje, além de reger, trabalha com jovens carentes na Faculdade de Música da FAAM.

Fonte: http//:pt.wikipedia.org/wiki/joão_carlos_martins

De outro lado Raquel Pacheco que:
Teve a sorte de ser adotada por pais classe média alta de São Paulo.
Estudou nos melhores colégios, fala línguas, vida de princesa, tudo que uma pessoa precisa pra não fazer feio na vida.
Não se achava a mais popular da escola, não se achava sensual, se achava feia, ficou revoltada por ter sido adotada e foi ganhar a vida nas ruas.
Não fala mais com os pais adotivos, mas já escreveu 3 livros e acabou de fazer um filme sobre sua vida na orgia, como prostituta. Vida difícil, como ela mesma diz. Afinal prostituição é uma profissão, a mais antiga da humanidade.

Também estavam no programa Ney Matogrosso, Seu Jorge e Maurício Ricardo (chargista do BBB).

O que me intriga:
Mas é claro que Bruna Surfistinha vai fazer sucesso... É lógico que vai lotar sala de cinema... É óbvio que vai estar na mídia por longos tempos... Afinal tudo que é tabu, sexo, orgia, pornografia, interessa pra todo mundo (?)
Agora, sentar ao lado de uma verdadeira celebridade, de um gênio, de um ser iluminado que tem tudo o que mostrar de bom, um exemplo a ser seguido... Ah, me desculpem, não engoli.
Ainda existem seres que são iluminados, como é o caso da Beija-Flor que foi campeã com o tema João Carlos Martins... Nada mais merecido. Falta um filme, um verdadeiro filme pra contar a vida desse homem, um bem caprichado pra concorrer ao Oscar e de preferência, ganhar o Oscar.
Quanto a Bruna Surfistinha, o filme... Bem... Não vou assistir e nem me interesso pelo assunto. Deixa ela lá curtir sua fase celebridade. Mudo de canal ou não vejo a matéria na internet.
Pra mim tá de bom tamanho.

domingo, 20 de março de 2011

Hoje é domingo

Hoje é domingo, e como todo domingo... chatérrimo!!!
Como diz minha filha:
- Domingo só serve pra gente ficar reclamando o quanto o domingo é ruim.
Segundo o calendário, é o começo da semana - pior jeito impossível de começar a semana.
Como estou acostumada e gosto de trabalho, movimento, agilidade, o domingo você geralmente dorme até mais tarde, quer dizer, quem consegue dormir, porque eu tenho o péssimo hábito de ter insônia, de acordar várias vezes durante a noite, abrir os olhos às 4 da matina e não fechar mais. Aí o dia fica longo...
Depois, você levanta e aquele silêncio... medonho... rua deserta... portas fechadas... chuva... frio... e o pior de tudo, falta-de-dinheiro-pra-ir-a-algum-lugar-se-distrair.
Pronto! Resolvido!
O jeito é ir pro fogão - aquele que não vai com a minha cara, que conspira contra a minha boa vontade - ver se sai alguma coisa. Uma macarronada meia boca, com molho de sachê comprado pronto, queijo parmesão  ralado comprado pronto de saquinho, um refrigerante light e goiabada com queijo, porque ninguém é de ferro.
Ligar a tv e se aventurar nos canais até se cansar e afundar os botõesinhos do controle remoto à procura de algo que preste. De manhã até tem o Esporte Espetacular, mas depois, desista...
Canal pago também parece que não acordam no domingo. Nada que preste.
Ou seja, domingo é o dia do nada, da preguiça, de ficar calado, de resmungar, de ficar abrindo a geladeira de meia em meia hora pra ver se alguma coisa apareceu lá como num passe de mágica.
Como é que se começa a semana num marasmo desse? Num tédio medonho?
Engraçado que creio eu, quando não se tem nada útil pra fazer, o que se tem pra fazer a gente acaba não fazendo... Será que fui clara? Quando tenho que fazer o dia durar 25 hs. ainda me sobra tempo pra fazer algo supérfluo... Quando eu vejo que tenho tempo de sobra, eu não faço nada de nada.
Aí chega a noite e tudo piora. Existe coisa mais chata do que a música do Fantástico? E do Faustão então? Existe coisa pior do que música dos programas de domingo?
Bom, como só Deus é eterno, o domingo termina e finalmente vem a segunda. Eba!!!
Pra todos vocês um ótimo domingo e uma excelente semana!!!