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terça-feira, 19 de março de 2019
O Dia Em Que Eu Gostei De Lady Gaga
Shallon é uma música linda, letra e melodia, e é de Lady Gaga e Mark Ronson.
Faz um bom tempo que presto atenção em Lady Gaga, mas nem sempre foi assim.
O ápice de minha eventual "revolta" com ela foi quando apareceu vestida de carne.
Achei simplesmente ridículo, gente que só quer aparecer. Essa era minha opinião. Somente minha.
Nem prestava atenção em suas músicas, nem nada, o que valia era como ela aparecia na mídia. E eu não gostava e criticava. Pra quê? Porque eu era assim, talvez preconceituosa por nada, crítica sem noção, infeliz e completamente fora do quesito "o outro faz e é do jeito que quer e é".
Faz muitos anos que eu tive essa postura, realmente eu era infeliz, amargurada, depressiva, rancorosa, e Lady Gaga não tinha nada a ver com isso.
Como tudo no mundo muda, eu mudei também e comecei a ver o mundo de uma forma maravilhosa!
Meu Deus, como a Terra é linda e o ser humano fantástico!
Como eu pude ser tão medíocre com quem nem sabe de minha existência? O que importava minha opinião?
Bem, passou...
Não assisti ao filme Nasce Uma Estrela, mas a música é linda e ela interpretou-a lindamente no palco do Oscar, juntamente com Bradley Cooper.
Esses dias vi um vídeo em que ela interpreta Elton John. Amei!
E também tive a oportunidade em ler sobre sua biografia. É uma vencedora e merece todo o brilho que possui.
Ela e todos que vivem seus dons, suas vidas, e estão no mesmo barco nesse planeta maravilhoso.
O tempo que temos por aqui é curto e cada um faz sua parte, o que bem entende.
Não existe certo ou errado, existe a maneira como enxergamos algo. O que é bom pra mim não precisa ser pra você.
O que determina nosso mundo é o conjunto de vivências que temos e como lidamos com os acontecimentos, sentimentos e escolhas que fazemos.
A gente enxerga o mundo de acordo com o que está em nosso coração.
E assim o mundo continua com seus humanos a bordo, fazendo o que têm vontade, independente de mim ou de você.
É isso.
Clara Lúcia
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Escrevo sobre a vida e os momentos específicos emocionais.
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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Meus Heróis
Blogagem Coletiva - Meu herói ou heroína de infância, do Blog Uma Pandora e sua caixa. Cliquem AQUI! Participem, comentem, nos contem qual herói ou heroína faziam vocês ficarem queitos em frente à TV.
Na infância não tive muitos acessos a gibis, revistinhas e nem cinemas, mas me lembro do primeiro herói que amei, que fui no cinema assistir e fiquei impressionada desde o início do filme, quando apareceu o espaço azul estrelado, fazendo aquele barulho imenso, passando pelos planetas todos até chegar à Terra. Superman com Christopher Reeve, que para mim é o único Superman.
Foi amor à primeira vista, ver um homem tão lindo, tão másculo, com aqueles enormes olhos azuis, e ainda por cima apaixonado por uma moça não tão bonita, Lois Lane, que poderia muito bem ser eu, Clara Lúcia! Era exatamente isso que eu ficava imaginando: o Superman vindo me resgatar das histórias que imaginava e ficava falando sozinha no meu universo pré-adolescente ou adolescente, não sei.
Outro que eu era apaixonada e não perdia um dia sequer quando passava na TV: Speed Racer. Gente, como eu amava aquele desenho! Um carro que andava até debaixo dágua, que só apertando um botão ele também voava, triturava pedras e não sofria nenhum arranhãozinho... ahhhh, que sonho!
Go, Speed Racer, go Speed Racer, go Speed Racer, go!!!
Minha paixão era pelo carro, Mach 5, e não pelo mocinho que dirigia o carro. Me lembro perfeitamento tudo o que o carro fazia, por onde andava, os botões mágicos que o transformavam em tudo, e o mocinho eu torcia para que ficasse com a mocinha da história. Será que era assim mesmo? Sabe que não me lembro tanto assim? Mas do carro... ahhh, eu queria e quero um pra mim!
Minha paixão por carros começou com esses desenhos de carros, de corridas... que eu, ainda pequena, assistia e amava. Penélope Charmosa, que apesar de achá-la um pouco chatinha, enjoadinha, sempre se dava bem. O que eu gostava mesmo era do carro cor de rosa e de todos os carros que corriam naquela Corrida Maluca. Carros, sempre carros!
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quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Nosso Lar
Nosso Lar
Escrito por Chico Xavier / André Luiz
Nosso Lar é um dos livros psicografados pelo médium brasileiro Chico Xavier Clássico da literatura espírita brasileira, Nosso lar é um romance que versa sobre os primeiros anos do médico André Luiz após sua morte, numa "colônia espiritual", espécie de cidade onde se reúnem espíritos para aprender e trabalhar entre uma encarnação e outra. O romance levanta questões acerca do sentido do trabalho justo e dignificante e da Lei de Causa e Efeito a que todos os espíritos, segundo o espiritismo, estariam submetidos.
Assisti e fiquei emocionada demais.
Sou católica, mas também acredito na vida após a morte e as consequências que carregamos durante nossa estadia aqui na Terra para um outro plano. Acredito nesse outro plano espiritual.
Acho que é muito pouco Deus ter nos criado e acabarmos assim com a morte.
O filme é muito lindo, com uma mensagem ótima e eu sou suspeita de falar, porque sou chorona mesmo, me emociono muito fácil.
Uma parte que me emocionou muito foi quando o espírito de André volta para ver sua família e encontra a mulher casada com outro, que no momento está doente, e ele unge a água que o marido vai beber e fica curado. Isso é amor.
Agora, falando sobre nossa vida aqui, agora, o que mais uma vez me fez crer é que a vida e muito breve e o que levamos realmente é o que sentimos e o que acumulamos durante toda a vida.
Conheço muitas pessoas que ficam muito preocupadas com o fim da vida, vivendo de acordo com os ensinamentos de Deus, temerosos por um castigo etc. Mas se somos humanos e imperfeitos, todos nós vamos pagar pelos nossos pecados, todos somos pecadores, então não tem sentido esse medo todo.
Se esquecem de viver a vida que tem hoje, agora, e se privam de prazeres que temos, que podemos ter e proporcionar aos outros por medo do que diz a Bíblia.
E outros que passam a vida toda com mágoa, rancor, inveja, perseguição, vingança e no final sofre as consequências de todos esses sentimentos.
É difícil entender por esse ponto. Eu sou instigante mesmo, pergunto o que não entendo e isso incomoda a quem está acostumado a seguir normas impostas por seres humanos tão pecadores quanto eu.
Gosto da religião católica, me sinto bem na igreja, creio nos santos e sou devota de Nossa Senhora Aparecida que sei que me acompanha desde sempre, mesmo sem ter noção de religião durante a infância.
Me casei na igreja, meus filhos foram batizados e fizeram a primeira comunhão e crisma, mas fui fazer a primeira comunhão quando tinha 40 anos. E achei ótimo isso.
Não concordo com certas regras que a igreja impõe, mas não sou eu que vou discutir isso ou mudar algo.
Voltando ao filme...
Acredito que seja daquele jeito mesmo, apesar de muitos dizerem que o céu é aquela coisa monótona, com roupas brancas esvoaçantes e todos sem ter o que fazer. Mas o filme mostra que há muito trabalho, sempre em ajudar os outros espíritos menos evoluídos.
Numa entrevista que vi do Chico Xavier, já faz tempo, me lembro de uma frase: "As pessoas podem até me prejudicar, me matar, mas isso aqui é só o corpo, minha alma eles não matam".
Outra cena que chorei foi quando uma senhora foi reencarnar para ser mãe de sua neta que acabara de desencarnar e precisava de ajuda.
Eu penso, tantas pessoas que conhecemos e que parecem que já conhecemos de outras vidas, será que foram de vidas passadas que conhecemos?
Uma vez tive um sonho, desses que parecem realidade, que uma grande amiga minha, mais velha, que me ajudou muito numa fase bem difícil de minha vida, era minha mãe. Eu a via como minha mãe e foi à partir daí que comecei a considerá-la como se fosse mesmo minha segunda mãe.
Parece que ela apareceu do nada, me salvou da catástrofe que eu estava passando e ficou ao meu lado. E até hoje é assim, eu preciso, ela me acode, ela precisa e eu sempre estou aqui. Como mãe e filha mesmo.
Agora, o que eu não imaginava... Quando era criança, eu brincava na casa de uma tia que era também vizinha, que tinha um quintal imenso e no fundo do quintal tinha um pequeno campo de futebol e brincávamos de bola. E às vezes a bola ia parar no quintal de um outro vizinho, um senhor muito bravo que pegava nossa bola e não devolvia. Voltávamos chorando para casa. Depois, quando conheci essa minha mãe número dois, um dia andando por aquela rua de minha infância, ela me mostrou a casa onde morava... Era aquela casa e o senhor bravo era o pai dela... Quer dizer, desde sempre ela esteve perto de mim e só quando eu tinha quase quarenta anos é que fomos nos encontrar e formar esse laço.
Coisas do destino, do acaso? Não acredito em coincidências, tudo tem um propósito para acontecer.
Repito sempre e sempre vou repetir: TENHO SORTE, MUITA SORTE!
Independente de religião, de acreditar ou não, o filme é bom, vale a pena assistir e se tiver um pouco de sensibilidade, chore!
É bom saber que a vida não termina com a morte do corpo, que podemos viver bem por aqui, com tudo que temos direito, sem medo, mas dentro de regras, normas e condutas, mas que um dia vamos abandonar tudo e ir somente espírito para outro plano. E quem sabe até reencarnar, nessa mesma família, e começar tudo de novo, para aprender mais um pouco, ajudar quem precisa, perdoar, perdoar, perdoar...
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segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Eu prometi...
Eu queria entender por que, de vez em quando, a gente escorrega e faz o que tinha prometido não fazer mais?
Eu estava zapeando pelos canais e fiquei um tempinho em um de filmes... E o filme era "O olho do mal". Suspense e terror. Pronto, tinha tudo pra eu nem ver e mudar o canal o mais rápido possível.
Mas o que a pessoa faz? Fica ali, olhando, vidrada, esperando o que vai acontecer.
Gente, o que acontece num filme de suspense e terror? História de amor?
O filme é sobre uma moça que faz um transplante de córnea e que depois da operação começa a ver os mortos. Ela sempre é acordada à 1:06h e vê vultos, gente morta pela casa, pelo corredor, ouve gritos, pedidos de socorro...
Custava eu ter mudado o canal? Sim, custava, porque a pessoa é teimosa, acha que não tem nada demais e tudo vai por água abaixo. Quer dizer, meu sossego, meu sono, minha tranquilidade e minha mente limpa.
Desde que assisti (já faz um tempão) "Sexta feira 13 e Pesadelo", tinha jurado nunca mais assistir filme de terror. Não cumpri e um tempo depois assisti "O sexto sentido". Pronto, foi a gota d'água.
Nunca mais assisto ou passo perto de filme de terror.
No filme "Pesadelo" eu fiquei uma semana sem dormir. E com luz acesa e rádio ligado. E nem podia comentar com a família...
Daí veio o "O sexto sentido". Pronto, todo o drama de novo.
Que agonia, meu Deus, por que fui assistir até o fim... E tem o pior de tudo, eu assisti duas vezes. Burra!
Agora esse "O olho do mal". Claro que não assisti tudo, mas e agora? Como eu apago essas imagens da cabeça?
E como todo bom filme de terror, é sempre à noite, ninguém por perto, andam devagar sem fazer barulho e de repente aparece o morto, e pra completar tem aquela maldita música (?).
Uma cena que vi a menina sai pelo corredor, à noite é claro, e ninguém por perto, é claro, caminha até o elevador, bem devagar, sem fazer barulho, entra no elevador e começa a ver o defunto flutuando vindo em sua direção. Ah gente!
Já assisti desenho, comédia, ouvi música, mexi no computador, mas a imagem tá lá guardadinha na minha memória pra quando eu for me deitar ela me acompanhar pela noite adentro.
Ô cabeça!
E com essa insônia que eu tenho - aliás ultimamente eu tenho dormido muito bem - que me atormenta tanto e a tapada aqui acaba estragando tudo.
Eu confesso que numa hora dessa é que a gente pensa o quanto é ruim dormir sozinha.
Eu não penso em me casar de novo, muito menos em morar com outra pessoa, mas agora estou com medo... de verdade!
Será que tem alguém aí, que segura a minha mão até eu dormir?
Hoje eu estou precisando.
Eu estava zapeando pelos canais e fiquei um tempinho em um de filmes... E o filme era "O olho do mal". Suspense e terror. Pronto, tinha tudo pra eu nem ver e mudar o canal o mais rápido possível.
Mas o que a pessoa faz? Fica ali, olhando, vidrada, esperando o que vai acontecer.
Gente, o que acontece num filme de suspense e terror? História de amor?
O filme é sobre uma moça que faz um transplante de córnea e que depois da operação começa a ver os mortos. Ela sempre é acordada à 1:06h e vê vultos, gente morta pela casa, pelo corredor, ouve gritos, pedidos de socorro...
Custava eu ter mudado o canal? Sim, custava, porque a pessoa é teimosa, acha que não tem nada demais e tudo vai por água abaixo. Quer dizer, meu sossego, meu sono, minha tranquilidade e minha mente limpa.
Desde que assisti (já faz um tempão) "Sexta feira 13 e Pesadelo", tinha jurado nunca mais assistir filme de terror. Não cumpri e um tempo depois assisti "O sexto sentido". Pronto, foi a gota d'água.
Nunca mais assisto ou passo perto de filme de terror.
No filme "Pesadelo" eu fiquei uma semana sem dormir. E com luz acesa e rádio ligado. E nem podia comentar com a família...
Daí veio o "O sexto sentido". Pronto, todo o drama de novo.
Que agonia, meu Deus, por que fui assistir até o fim... E tem o pior de tudo, eu assisti duas vezes. Burra!
Agora esse "O olho do mal". Claro que não assisti tudo, mas e agora? Como eu apago essas imagens da cabeça?
E como todo bom filme de terror, é sempre à noite, ninguém por perto, andam devagar sem fazer barulho e de repente aparece o morto, e pra completar tem aquela maldita música (?).
Uma cena que vi a menina sai pelo corredor, à noite é claro, e ninguém por perto, é claro, caminha até o elevador, bem devagar, sem fazer barulho, entra no elevador e começa a ver o defunto flutuando vindo em sua direção. Ah gente!
Já assisti desenho, comédia, ouvi música, mexi no computador, mas a imagem tá lá guardadinha na minha memória pra quando eu for me deitar ela me acompanhar pela noite adentro.
Ô cabeça!
E com essa insônia que eu tenho - aliás ultimamente eu tenho dormido muito bem - que me atormenta tanto e a tapada aqui acaba estragando tudo.
Eu confesso que numa hora dessa é que a gente pensa o quanto é ruim dormir sozinha.
Eu não penso em me casar de novo, muito menos em morar com outra pessoa, mas agora estou com medo... de verdade!
Será que tem alguém aí, que segura a minha mão até eu dormir?
Hoje eu estou precisando.
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domingo, 19 de junho de 2011
Recomendo...
Em algum lugar do passado
O resumo completo do filme aqui
A história tem início quando o jovem dramaturgo, Richard Collier (Christopher Reeve), conhece uma idosa senhora que lhe entrega um relógio de bolso, seguido da enigmática e desconexa mensagem "volte para mim". Anos depois e desejando espairecer, viaja para um hotel grandioso e antigo, no qual vê a foto da atriz Elise Mckenna (Jane Seymour), por quem apaixona-se perdidamente. No entanto, a fotografia é do ano de 1912, e o jovem decide então voltar ao passado para encontrá-la.
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| Nosso eterno Superman... inesquecível! |
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| Quem nunca se apaixonou por uma foto? |
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| Quem resiste a uma história de amor? |
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terça-feira, 14 de junho de 2011
30 anos sem Mazzaropi
Em 1952, Mazzaropi estreia seu primeiro filme "Sai da frente", e depois até 1958 faz mais cinco filmes. Naquele mesmo ano, vende sua casa e cria a PAM Filmes (Produções Amácio Mazzaropi). O primeiro filme da nova produtora é "Chofer de Praça".
Em 1959 é convidado a fazer um programa de variedades que fica no ar até 1962. Neste mesmo ano começa a produzir um de seus filmes mais famosos, o Jeca Tatu.
Em 1961, adquire uma fazenda onde inicia a construção de seu primeiro estúdio de gravação. "Tristeza do Jeca" é o primeiro filme.
Cinco anos mais tarde, começa a construir em Taubaté um grande estúdio cinematográfico.
Seu 33o. filme, "Maria Tomba Homem, nunca seria terminado. Depois de 26 dias internado, Mazzaropi morre vítima de um câncer na medula óssea aos 69 anos. É enterrado em Pindamonhangaba.
Em 1994 é inaugurado o Museu Mazzaropi, localizado na mesma propriedade dos antigos estúdios, recolhendo a história da carreira de um dos maiores nomes do cinema, do teatro e da televisão brasileiros. Foi somente na década de 1990 que a cultura brasileira começou a ver de uma outra óptica a obra de Mazzaropi, que durante sua vida sempre foi duramente atacado (ou ignorado) pela crítica e pela intelectualidade.
Ao todo são 16 filmes e mais um incompleto, o "Maria Tomba Homem".
Ontem fez 30 anos da morte desse magnífico artista.
Veja o link aqui
Minha infância foi regada com filmes de Mazzaropi. Me lembro que ria até chorar... ainda criança.
Sempre gostei de filmes de comédia e só de começar, só de ver a cara dele já caia na gargalhada... e todos, é claro, morriam de rir de mim. E quase morri de rir de novo vendo este vídeo... Bem, eu não sirvo de base, rio à toa mesmo... Falou que é comédia? Já começo a rir antes de começar o filme.
Saudades daquele tempo.
Em 1959 é convidado a fazer um programa de variedades que fica no ar até 1962. Neste mesmo ano começa a produzir um de seus filmes mais famosos, o Jeca Tatu.
Em 1961, adquire uma fazenda onde inicia a construção de seu primeiro estúdio de gravação. "Tristeza do Jeca" é o primeiro filme.
Cinco anos mais tarde, começa a construir em Taubaté um grande estúdio cinematográfico.
Seu 33o. filme, "Maria Tomba Homem, nunca seria terminado. Depois de 26 dias internado, Mazzaropi morre vítima de um câncer na medula óssea aos 69 anos. É enterrado em Pindamonhangaba.
Em 1994 é inaugurado o Museu Mazzaropi, localizado na mesma propriedade dos antigos estúdios, recolhendo a história da carreira de um dos maiores nomes do cinema, do teatro e da televisão brasileiros. Foi somente na década de 1990 que a cultura brasileira começou a ver de uma outra óptica a obra de Mazzaropi, que durante sua vida sempre foi duramente atacado (ou ignorado) pela crítica e pela intelectualidade.
Ao todo são 16 filmes e mais um incompleto, o "Maria Tomba Homem".
Ontem fez 30 anos da morte desse magnífico artista.
Veja o link aqui
Minha infância foi regada com filmes de Mazzaropi. Me lembro que ria até chorar... ainda criança.
Sempre gostei de filmes de comédia e só de começar, só de ver a cara dele já caia na gargalhada... e todos, é claro, morriam de rir de mim. E quase morri de rir de novo vendo este vídeo... Bem, eu não sirvo de base, rio à toa mesmo... Falou que é comédia? Já começo a rir antes de começar o filme.
Saudades daquele tempo.
Escrevo sobre a vida e os momentos específicos emocionais.
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domingo, 22 de maio de 2011
Rain Man
Recomendo...
Drama de 1988, dirigido por Barry Levinson.
Conta a história de Charlie Babbit, um jovem que viaja a um hospital psiquiátrico para tentar descobrir quem é o beneficiário da fortuna que seu pai deixara ao falecer, já que para Charlie ele deixara apenas rosas premiadas e um carro. Ao chegar ao hospital, Charlie descobre que o beneficiário é Raymond, um irmão mais velho autista de quem nunca ouvira falar. Para garantir o dinheiro da herança, Charles se apoxima de Raymond, disposto a brigar judicialmente pela guarda legal do irmão. Os dois então viajam pelo país, conhecendo-se e aprendendo a conviver, e passando por inúmeras dificuldades. Aos poucos, o laço entre os dois irmãos ganha força e o dinheiro deixa de ser importante.
Elenco:
Dustin Hoffman - Raymond Babbitt
Tom Cruise - Charlie Babbitt
Valeria Golino - Susanna
E outros....
Vencedor dos prêmios:
Oscar - 1989
Melhor filme, melhor direção, Melhor roteiro original, Melhor ator (Dustin Hoffman)
Globo de Ouro
Melhor filme, Melhor ator (Dustin Hoffman)
Bafta - Inglaterra - 1990
Melhor ator (Dustin Hoffman), Melhor edição e Melhor Roteiro
Festival de Berlim - 1989
Melhor direção
Prêmio da Academia Japonesa de Cinema - 1990
Melhor filme estrangeiro
Prêmio Eddie - 1989
Melhor edição
Fonte: wiki
Drama de 1988, dirigido por Barry Levinson.
Conta a história de Charlie Babbit, um jovem que viaja a um hospital psiquiátrico para tentar descobrir quem é o beneficiário da fortuna que seu pai deixara ao falecer, já que para Charlie ele deixara apenas rosas premiadas e um carro. Ao chegar ao hospital, Charlie descobre que o beneficiário é Raymond, um irmão mais velho autista de quem nunca ouvira falar. Para garantir o dinheiro da herança, Charles se apoxima de Raymond, disposto a brigar judicialmente pela guarda legal do irmão. Os dois então viajam pelo país, conhecendo-se e aprendendo a conviver, e passando por inúmeras dificuldades. Aos poucos, o laço entre os dois irmãos ganha força e o dinheiro deixa de ser importante.
Quando Raimond gostava de alguma pessoa, ele soletrava seu nome. Foi o que fez com seu irmão Charlie - (C-h-a-r-l-i-e).
Aprendendo a beijar com a noiva de Charlie...
Cena clássica do filme, imitada por muitos, descendo as escadas do cassino. Mais uma vez mostra como funciona um cassino: você pode ganhar, mas não muito. Se ganhar muito é convidado a se retirar e se torna persona non grata.
Dustin Hoffman - Raymond Babbitt
Tom Cruise - Charlie Babbitt
Valeria Golino - Susanna
E outros....
Vencedor dos prêmios:
Oscar - 1989
Melhor filme, melhor direção, Melhor roteiro original, Melhor ator (Dustin Hoffman)
Globo de Ouro
Melhor filme, Melhor ator (Dustin Hoffman)
Bafta - Inglaterra - 1990
Melhor ator (Dustin Hoffman), Melhor edição e Melhor Roteiro
Festival de Berlim - 1989
Melhor direção
Prêmio da Academia Japonesa de Cinema - 1990
Melhor filme estrangeiro
Prêmio Eddie - 1989
Melhor edição
Fonte: wiki
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domingo, 1 de maio de 2011
Antes de partir
Recomendo...
Direção: Rob Reiner
Ano: 2007
Com: Jack Nicholson e Morgan Freeman
Trata-se de um drama onde um milionário interpretado por Jack Nicholson e um mecânico, por Morgan Freeman, recebem a notícia de que possuem câncer, sem chances de cura. Estão os dois no mesmo quarto de hospital, e conversando fazem a "lista das botas". É uma lista de coisas que pretendem fazer antes de partir.
É um belíssimo filme, onde nos faz crer que o melhor momento é agora.
E você? Qual seria sua lista das botas se recebesse uma notícia dessa?
Eu pensando também fiz a minha:
- Pular de pára-quedas, só pra vencer o medo de altura
- Comer aqueles churrasquinhos que vendem na rua, que todos dizem que é de gato
- Reencontrar amigos e lembrar os bons momentos
- Doar todos os meus livros pra uma instituição - isso bem no finalzinho mesmo
- Assistir ao vivo o show do U2
- Fazer um relatório pros meus filhos, com todas as dicas possíveis, de como enfrentar problemas que eles possam encontrar no caminho
- Sair muito, conversar muito, abraçar, beijar meus filhos
- Dar uma volta de Stock Car
- Visitar túmulos de meus avós, e de meu amigo querido que eu nunca fui
- Fazer muita meditação pra ver se não me esqueci de nada.
Mas eu acho que na verdade não vou fazer nada... Tocar a vida normalmente, dia após dia intensamente e encarar a doença de frente, sem medo.
Mas eu acho que na verdade não vou fazer nada... Tocar a vida normalmente, dia após dia intensamente e encarar a doença de frente, sem medo.
A vida da gente é muito curta, é um grão de poeira, um sopro. Estamos nas mãos do Universo.
Ontem é passado e amanhã ninguém sabe, mas temos todos os dias o presente. E faz juz ao nome: PRESENTE!
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sexta-feira, 22 de abril de 2011
Luto
Hoje é dia de ficar quieto, de fazer jejum, abster-se de carne e de todo o tipo de prazer.
E é claro, assistir na tv o filme sobre a morte e ressurreição de Cristo.
Eu recomendo Paixão de Cristo de Mel Gibson que não consegui assistir. Forte demais, chorei muito...
Fonte: leia aqui
Pesquisei na wiki: clique aqui - pra saber como calcular a sexta-feira Santa e Páscoa:
"A ressurreição aconteceu no domingo seguinte ao dia 14 de Nisã, no calendário hebraico. A mesma tradição refere ser esse o 3o. dia desde a morte. Assim, contando a partir de domingo, e sabendo que o costume judaico, tal como o romano, contava o 1o. e o último dia, chega-se à 6a. feira como dia de morte de Cristo.
A 6a. feira Santa é um feriado móvel que serve de referência para outras datas. É calculado como sendo a primeira 6a. após a 1a. lua cheia após o equinócio (aconteceu dia 21/03) de outono no hemisfério sul ou o equinócio de primavera no hemisfério norte, podendo ocorrer entre 20 de março e 23 de abril.
A igreja católica convida os fiéis à prática de jejum e da abstinência da carne e qualquer tipo de ato que se refira a prazer, em respeito a morte de Cristo. Não custa né?
Infelizmente o comércio toma conta da data e não perde tempo. Dá-lhe bacalhau... Carésimo... Não é pro meu bico!
E dá-lhe ovos de páscoa no domingo... Carésimo também... Mas tenho filhos e fazer o quê?
Lembrando do sofrimento de Maria e de Cristo que suou sangue no monte das Oliveiras, por instantes nos conformamos com nossas dores que não chegam nem na sombra do ocorrido com Cristo.
Quantas vezes poupamos quem amamos, omitimos, mentimos, desviamos o assunto só pra não ver sofrer quem amamos? O choro e o sofrimento do outro nos incomoda muito e não sabemos lidar com isso. Poupamos os bebês de chorar, as crianças de chorar, os filhos de sofrer, o adulto da dor e do sofrimento. Mas sofrer é necessário na vida. Não dura pra sempre, tem a paz depois, a alegria... ou dura pra sempre e nos arranca um pedaço do coração, quando perdemos quem amamos.
Necessário sofrer pra enxergar o mundo de uma outra forma, pra largarmos de ser teimosos e olhar em volta, abrir outra porta, ir por outro caminho, desbravar outro mundo, respirar outros ares, conhecer e dar valor quem merece ser valorizado.
O choro lava a alma... dói... mas é um mal necessário. Lubrifica os olhos e até podemos nos sentir amados, acariciados, mimados por quem se compadece de nós.
Como dizem: "Todo mundo carrega a cruz que aguenta carregar, nem mais, nem menos".
Deus é sábio e nunca nos desampara. É pai e nos ama tanto a ponto de negar algumas coisas que pedimos, pois Ele sabe o que é melhor pra gente. Basta chama-Lo e Ele nos estende as mãos. É só enxergar nas entrelinhas da vida.
Que este dia Santo seja pra reflexão da vida, da morte, da paz, do amor, do respeito, do que realmente vale a pena.
E não vão se empanturrar de chocolate no domingo... Controlem-se!
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domingo, 17 de abril de 2011
O gordo e o magro
Stan Laurel ( 1890-1965)
Oliver Hardy ( 1892-1957)
Ficaram famosos como dupla nas décadas de 1920/1930 e fizeram juntos 106 filmes.
Fonte: clique aqui
Quem não teve a oportunidade de conhecer, vá já pro Youtube e procure. Veja todos!
Tipo de humor eterno, simples, ingênuo, delicioso...
Na minha infância e até hoje quando assisto dou boas gargalhadas. Se bem que não sirvo muito de base não... Falou que é comédia já começo a rir antes de começar o filme. A ingenuidade deles é fantástica - o que falta pra muitos humoristas dos tempos atuais. Mas essa concepção gordo e magro faz sucesso. Veja o caso de Leandro Hassum e Marcius Mellen, fantásticos também.
E pra exibir meus dons artísticos, um desenho que fiz em 1985 com a técnica carvão.
Oliver Hardy ( 1892-1957)
Ficaram famosos como dupla nas décadas de 1920/1930 e fizeram juntos 106 filmes.
Fonte: clique aqui
Quem não teve a oportunidade de conhecer, vá já pro Youtube e procure. Veja todos!
Tipo de humor eterno, simples, ingênuo, delicioso...
Na minha infância e até hoje quando assisto dou boas gargalhadas. Se bem que não sirvo muito de base não... Falou que é comédia já começo a rir antes de começar o filme. A ingenuidade deles é fantástica - o que falta pra muitos humoristas dos tempos atuais. Mas essa concepção gordo e magro faz sucesso. Veja o caso de Leandro Hassum e Marcius Mellen, fantásticos também.
E pra exibir meus dons artísticos, um desenho que fiz em 1985 com a técnica carvão.
Escrevo sobre a vida e os momentos específicos emocionais.
Assuntos relacionados sobre a mente humana e como conviver com o outro sem a necessidade de mudá-lo.
O conhecimento é primeiro processo de cura.
Sente algum desconforto em seu relacionamento? Vamos conversar?
Atendimento On-line
domingo, 27 de março de 2011
Perfume de Mulher
Recomendo...
Simplesmente fantástico, fascinante, inesquecível.
Drama de 1992
Direção: Martin Brest
Elenco: Al Pacino
Chris O'Donell
Gabrielle Anwar
Philip Seymour Hoffman
Ganhador dos Prêmios - 1993
Oscar: Melhor ator - Al Pacino
Globo de Ouro: Melhor filme, Melhor roteiro, Melhor ator - Al Pacino
Curiosidades: Al Pacino em sua preparação para viver um militar cego, recebeu ajuda de uma escola para cegos. Teve o cuidado de não focar os olhos em nada que estivesse em cena.
A cena em que Al Pacino tropeça e cai numa lata de lixo não foi planejada, foi um acidente mesmo.
Em outra cena, ele dirige uma Ferrari Testarossa... Fantástico!
A música em que eles dançam tango se chama 'Por una cabeza' de Carlos Gardel e Alfredo Le Pera.
Fonte: clique aqui
Simplesmente fantástico, fascinante, inesquecível.
Drama de 1992
Direção: Martin Brest
Elenco: Al Pacino
Chris O'Donell
Gabrielle Anwar
Philip Seymour Hoffman
Ganhador dos Prêmios - 1993
Oscar: Melhor ator - Al Pacino
Globo de Ouro: Melhor filme, Melhor roteiro, Melhor ator - Al Pacino
Curiosidades: Al Pacino em sua preparação para viver um militar cego, recebeu ajuda de uma escola para cegos. Teve o cuidado de não focar os olhos em nada que estivesse em cena.
A cena em que Al Pacino tropeça e cai numa lata de lixo não foi planejada, foi um acidente mesmo.
Em outra cena, ele dirige uma Ferrari Testarossa... Fantástico!
A música em que eles dançam tango se chama 'Por una cabeza' de Carlos Gardel e Alfredo Le Pera.
Fonte: clique aqui
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segunda-feira, 21 de março de 2011
Conflito de valores
João Carlos Martins X Bruna Surfistinha
Sábado, programa Altas Horas...
De um lado João Carlos Martins que:
- Aos 8 anos ganhou o primeiro concurso tocando Bach, aos 11, estudava piano durante 6 horas diárias.
Venceu vários concursos mas, num jogo de futebol, aos 26 anos, teve um nervo rompido e perdeu o movimento da mão direita.
Enfrentou vários tratamentos, incluindo cirurgias, recuperou parte dos movimentos mas desenvolveu LER (lesão por esforço repetitivo).
Parou de tocar, mas a paixão falou mais alto e voltou a tocar usando a mão criando um estilo único.
Em um assalto sofreu um golpe na cabeça e perdeu os movimentos da mão novamente. Sentia dores terríveis.
Pensou em parar, mas novamente criou seu estilo de tocar apenas com alguns dedos.
Em 2003, não podendo tocar mais de jeito nenhum, foi convidado a reger. Aos 63 anos estudou para a regência.
Incapaz de segurar a batuta ou virar as páginas, memorizou nota por nota de cada concerto.
Hoje, além de reger, trabalha com jovens carentes na Faculdade de Música da FAAM.
Fonte: http//:pt.wikipedia.org/wiki/joão_carlos_martins
De outro lado Raquel Pacheco que:
Teve a sorte de ser adotada por pais classe média alta de São Paulo.
Estudou nos melhores colégios, fala línguas, vida de princesa, tudo que uma pessoa precisa pra não fazer feio na vida.
Não se achava a mais popular da escola, não se achava sensual, se achava feia, ficou revoltada por ter sido adotada e foi ganhar a vida nas ruas.
Não fala mais com os pais adotivos, mas já escreveu 3 livros e acabou de fazer um filme sobre sua vida na orgia, como prostituta. Vida difícil, como ela mesma diz. Afinal prostituição é uma profissão, a mais antiga da humanidade.
Também estavam no programa Ney Matogrosso, Seu Jorge e Maurício Ricardo (chargista do BBB).
O que me intriga:
Mas é claro que Bruna Surfistinha vai fazer sucesso... É lógico que vai lotar sala de cinema... É óbvio que vai estar na mídia por longos tempos... Afinal tudo que é tabu, sexo, orgia, pornografia, interessa pra todo mundo (?)
Agora, sentar ao lado de uma verdadeira celebridade, de um gênio, de um ser iluminado que tem tudo o que mostrar de bom, um exemplo a ser seguido... Ah, me desculpem, não engoli.
Ainda existem seres que são iluminados, como é o caso da Beija-Flor que foi campeã com o tema João Carlos Martins... Nada mais merecido. Falta um filme, um verdadeiro filme pra contar a vida desse homem, um bem caprichado pra concorrer ao Oscar e de preferência, ganhar o Oscar.
Quanto a Bruna Surfistinha, o filme... Bem... Não vou assistir e nem me interesso pelo assunto. Deixa ela lá curtir sua fase celebridade. Mudo de canal ou não vejo a matéria na internet.
Pra mim tá de bom tamanho.
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quinta-feira, 3 de março de 2011
Bruna...
Surfistinha... O Filme.
Não vou ver! E nem preciso pra tirar minhas conclusões.
O Brasil é estranho mesmo... Depois reclamam que não conseguem ganhar o Oscar. Ora, bolas! Tenham paciência.
Quer dizer: uma menina abandonada pelos pais, é adotada por pessoas bem de vida, estuda nos melhores colégios, tem excelente formação, roupas de grife, glamour, e... Fica revoltada porque descobriu que foi adotada, sai de casa pra fazer o que sempre gostou... a orgia? A vida fácil?
Não conheço a Raquel, Bruna Surfistinha. Não estou criticando a pessoa e nem a atriz que a interpretou no cinema. Apenas estou falando do roteiro do filme, da história que se dispuseram e gastaram pra rodar.
Tem coisas que não entendo. O que acontece? Tantas pessoas interessantíssimas, com histórias fabulosas e vão pegar logo essa história que não diz nada pra ninguém?
Não serve nem pra distração... Pra divertimento...
Pra mim tanto faz a história de Bruna Surfistinha ou de Fernandinho Beira-Mar. Não assisto e não quero saber!
Que as meninas-mocinhas tenham juizo suficiente pra, se assistirem - e eu acredito que vão - comentem bastante e depois esqueçam!
Não vou ver! E nem preciso pra tirar minhas conclusões.
O Brasil é estranho mesmo... Depois reclamam que não conseguem ganhar o Oscar. Ora, bolas! Tenham paciência.
Quer dizer: uma menina abandonada pelos pais, é adotada por pessoas bem de vida, estuda nos melhores colégios, tem excelente formação, roupas de grife, glamour, e... Fica revoltada porque descobriu que foi adotada, sai de casa pra fazer o que sempre gostou... a orgia? A vida fácil?
Não conheço a Raquel, Bruna Surfistinha. Não estou criticando a pessoa e nem a atriz que a interpretou no cinema. Apenas estou falando do roteiro do filme, da história que se dispuseram e gastaram pra rodar.
Tem coisas que não entendo. O que acontece? Tantas pessoas interessantíssimas, com histórias fabulosas e vão pegar logo essa história que não diz nada pra ninguém?
Não serve nem pra distração... Pra divertimento...
Pra mim tanto faz a história de Bruna Surfistinha ou de Fernandinho Beira-Mar. Não assisto e não quero saber!
Que as meninas-mocinhas tenham juizo suficiente pra, se assistirem - e eu acredito que vão - comentem bastante e depois esqueçam!
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comportamento,
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